Neste 8 de março, quando o mundo celebra o Dia Internacional da Mulher, nós, cristãos, somo convidados a olhar para a mulher com um olhar ainda mais profundo, o olhar do Evangelho.
Desde o início da criação, Deus revelou algo muito importante sobre a dignidade da mulher. No livro do Gênesis, lemos que o homem e a mulher foram criados à imagem e semelhança de Deus. Isso significa que a mulher não é menor, nem secundária, nem codadjuvante na história da humanidade. Ela é parte essencial do plano de Deus.
Ao longo da história da salvação, vemos mulheres que tiveram papel decisivo. Foi uma mulher, Maria, quem disse "sim" ao plano divino e abriu as portas para que o Salvador viesse ao mundo. Na vida pública de Jesus, também encontramos muitas mulheres que caminharam com
Ele, ajudaram na missão e permaceceram fiéis até o fim.
Ele, ajudaram na missão e permaceceram fiéis até o fim.
Enquanto muitos fugiram no momento da cruz, foram mulheres que permaneceram ali, firmes, sofrendo junto com Cristo. E também foram mulheres as primeira a testemunhar a Ressurreição. Esse detalhe do Evangelho mostra o quanto Deus Confia nelas.
A mulher, com sua sensibilidade, coragem e capacidade de cuidar, tem uma missão muito especial no mundo. No lar, na Igreja, na sociedade, ela é presença de vida, de acolhimento e de esperança. Quantas mães que, com fé e sacrifício, sustentam suas famílias. Quantas mulheres que, com dedicação silenciosa, servem nas comunidades, as pastorais e nas obras de caridade.
Celebrar o Dia da Mulher, portanto, não é apenas entregar flores ou fazer homenagens. É reconhecer a dignidade, o valor e a missão que Deus confiou a cada mulher.
Que neste dia possamos agradecer por todas a mulheres: mães, avós, religiosas, trabalhadoras, jovens e idosas. Cada uma, à sua maneira, participa da obra de Deus no mundo.
Que o exemplo da Virgem Maria inspire as mulheres a viverem sua vocação com fé, coragem e amor. E que a sociedade aprenda cada vez mais a respeitar, volorizar e proteger a dignidade feminina.
FELIZ DIA DA MULHER!
Por: Clemildo Galdino.

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