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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

A QUARESMA E O NÚMERO 40 NA BÍBLIA.


40 dias, a duração da Quaresma, é um dos períodos de tempo mais simbolicamente expressivos na Sagrada Escritura.

Não são só os quarenta dias de tentação que Jesus enfrentou no deserto; nem os anos em que os israelitas erraram pelo deserto, ou os dias em que as águas do dilúvio cobriram a terra, segundo o Gênesis. A Antio Testamento é marcado por várias outras quarentenas:

• Moisés ficou na montanha com Deus por quarenta dias e quarenta noites (cf. Exôdo 34, 28);
• Os israelitas exploraram a Terra Prometida por quarenta dias (cf. Número 13,25);
• Golias desafiou os israelitas à luta por quarenta dias (cf. 1Sm 17,16);
• A refeição entregue por um anjo a Elias, sustenta-o por quarenta dias no deserto (cf. 1Rs 19,8);
• Ezequiel carreta "a iniquidade da casa de Judá durante quarentas dias" (Ezequiel 4,6);
• Deus adia a destruição de Nínive por quarenta dias, dando à cidade tempo para se arrepender (cf. Jo 3,4).

O próprio número 40 também aparece em forma de anos. Representa os "descansos" periódicos concedidos à terra de Israel no livro dos Juízes (3,11). É também a duração dos reinados de Saul e Davi (cf. 2Sm 5,4), e o número de anos em que Israel deveria ficar no exílio, de acordo com o profeta Ezequiel. Quarenta é também o número de chicotadas permitido em um castigo (cf. Dt 25,3) e o comprimento do salão principal do primeiro e do segundo templo no Antigo Testamento.

40 é um número de punição e arrependimento, provação e descanso, e, acima de tudo, dependência absoluta de Deus. Sempre que Deus quer fazer algo significativo, Ele o faz em 40 dias (ou anos). Como observa uma enciclopédia bíblica, "o número 40 está associado, praticamente, a cada novo desenvolvimento dos atos poderosos de Deus na história, especialmente no que diz respeito à salvação (do homem)".

Cada umn dos fatos mencionados acima certamente marca uma nova era da história da salvação. O dilúvio do Gênesis obviamente marca a destruição da terra então conhecia e um novo começo para a humanidade. Os quarenta dias no deserto, na montanha e na Terra Prometida, do relato do Êxodo, são claramente o novo começo na história de Israel. Do mesmo modo, a instituição de uma monarquia, com Saul e depois Davi, também marca uma nova era para o antigo Israel.

Mas o simbolismo bíblico do número 40 tem também uma intrigante analogia com o mundo natural: trata-se, afinal de contas, do númeto total de semanas para a gestação de um ser humano.

E a gravidez é de fato, um modelo conveniente para os períodos bíblicos citados acima. Começa com a intensidade do momento da concepção, segue-se um momento marcado tanto pela dor quanto pela alegre expectativa, e então, somente após esse período de espera, dá-se o nascimento de uma nova pessoa.

É muito apropriado, então, que a nova era de salvação para todo o mundo tenha começado com uma gravidez: a de Maria.

Lembre-se que o relato do Êxodo e particularmente semelhante aos altos e baixos de uma gravidez. Começa com a extraordinária travessia do Mar Vermelho, é seguido por uma longa estadia no deserto e conclui-se com o ingresso dramático na Terra Prometida por uma outra travessia milagrosa, o do Rio Jordão.

A travessia do Mar Vermelho é um símbolo do Batismo com o qual já estamos familiarizados. Mas o mesmo se dá com a travessia do Rio Jordão. E vale lembrar: é por meio do Batismo que "nascemos de novo". (É possível ver aqui, na verdade, uma analogia contínua com o parto, já que este começa com o fluxo de água de uma "bolsa se rompendo".) O dilúvio de quarenta dias, aliás, também prefigura o Batismo.

A cada Quaresma, nós levamos para casa essas relações entre perseverança, renovação interior e o batismo em particular; e no final desse período somos chamado a renovar nossas promessas batismais. Assim, nós participamos da experiência do próprio Cristo nos deserto, que começou com seu próprio batismo no Rio Jordão.

No relato do Antigo Testamento, os quarenta dias de peregrinação antecipavam a futura moradia dos israelitas na Terra Prometida. A relação entre os dois é reforçada pelo fato de que a missão dos exploradores da Terra Prometida dura quarenta dias.

Assim também no Novo Testamento: os discípulos são agraciados com um "aperitivo" de quarenta dias de sua futura vida na glória: trata-se do período de tempo em que Jesus permanece na terra após a sua ressurreição.

As Escrituras nos convidam a embarcar em nosso próprio êxoso de quarenta dias. E nos fornecem bastantes modelos para essas jornadas espirituais. Seja para enfrentar nossos próprios dilúvios, sobreviver o deserto ou matar nosos próprios Golias, a Quaresma é o tempo propício para agir e padecer espiritualmente (spiritual action and passiona). Em última análise, nós sabemos: é Jesus que peregrina conosco, que age em nós, e que sofre por nós e conosco.
Padre Paulo Ricardo     

APARIÇÕES DE NOSSA SENHORA - NOSSA SENHORA DE LOURDES.

SÉTIMA APARIÇÃO DE NOSSA SENHORA DE LOURDES.
23 de fevereiro de 1858.
- Há 168 anos
Cercada por 150 pessoas, Bernadette chegou à gruta.
Desta vez, a senhora lhe revelou um segredo, que era "apenas para ela sozinha".

HISTÓRIA DE NOSSA SENHORA DE LOURDES.
https://www.peregrinusfidei.com.br/p/nossa-senhora-de-lourdes.html

SANTO DO DIA - 23 DE FEVEREIRO

SÃO POLICARPO 
Bispo e Mártir
São Policarpo nasceu por volta do ano 70, provavelmente em uma família cristã. Seu nome significa "o que produz muitos frutos" e sua festa é celebrada neste dia 23 de fevereiro.

Esta santo foi discípulo do Apóstolo São João e, mais tarde, se tornou Bispo de Esmirna (Turquia). É considerado um dos bispos mais famosos da Igreja primitiva. Além disso, entre seus discípulos e seguires se encontram vários santos, como Santo Irineu de Lyon e Papias.

Em sua sede em Esmirna, incentivou os fiéis a seguir o Evangelho e não se deixar levara pelas heresias dos pagãos. É o que confirma o seu melhor discípulo, Santo Irineu de Lyon.

Ele ensinou sempre a doutrina que tinha aprendido dos apóstolos. Chegado a Roma sob Aniceto, afastou da heresia de Valentim e Marcião um grande número de pessoas e os devolveu à Igreja de Deus, proclamando que tinha recebido dos apóstolos apenas uma verdade, a mesma que era transmitida pela Igreja".

Em uma certa ocasião, São Policarpo se dirigiu a Roma para dialogar com o Papa Aniceto para ser se poderia concordar em unificar a data da festa da Páscoa entre os cristãos da Ásia e os da Europa. Como ninguém concordou, ambos decidiram conservar seus próprios costumes e permanecer unidos pela caridade.

Também se sabe que São Policarpo saiu para receber e beijar as correntes de Santo Inácio de Antioquia quando este se dirigia ao martírio, e recebeu uma carta sua muito admirada pelos primeiros cristãos.

O dia do martírio de São Policarpo foi 23 de fevereiro de 155. Naquele dia, foi levado diante do procônsul Décio Quadrado, que lhe deu a oportunidade de deixar o cristianismo. No entanto, são Policarpo se negou e preferiu ser queimado vivo.

"Ameaça-me com fogo que dura alguns momentos e depois se apaga. O que eu quero é não ter que ir ao fogo eterno que nunca se apaga", foram as palavras do santo contidas no documento de seu martírio.

Posteriormente, os carrascos receberam a ordem de atravessar o coração dele com uma lança. 

sábado, 21 de fevereiro de 2026

SANTO DO DIA - 21 DE FEVEREIRO


"Esperava confiantemente a alegria que vem depois da tristeza", dizia o beneditino são Pedro Damião, doutor da Igreja.Em uma época difícil, ajudou com seus escritos e legações a reforma eclesiástica e clerical. Damião significa "o que doma seu corpo" e sua festa é celebrada hoje (21/2).

"Que a esperança dessa alegria te reanime, e a caridade acenda em ti o fervor, de tal modo que o teu espírito, santamente inebriado, esqueça os sofrimentos exteriores e anseie com entusiamos pelo que contempla interiormente", dizia são Pedro Damião.

O santo nasceu em 1007, em Ravena (Itália). Perdeu seus pais quando era crinça e ficou sob os cuidados de um irmão que o tratou como escravo. Outro irmãos, arcipreste de Ravena, se compadeceu e se encarregou de sua educação. Sentindo-se como um filho, Pedro adotou de seu imrão o nome Damião.

Desde jovem, são Pedro se acostomou à oração, vigília, jejum, convidada o pobres à sua mesa e lhes servia pessoalmente. Ingressou na vida monástica com os beneditinos da reforma de são Romualdo.

Para dominar suas paixões, colocava cintos com espinhos (cilício) debaixo de sua camisa, açoitava-se e jejuava com pão e água. Mas, seu corpo, por não estar acostumado, ficou debilitado e começou a sofrer de insônia.

Foi assim que compreendeu que esses castigos não deviam ser tão severos e que a melhor penitência é a paciência com as penas que Deus permite que no cheguem. Esta experiência lhe serviu, mais tarde, para acompanhar espiritualmente os outros.

Quando morreu o abade, Pedro assumiu, por obediência, a direção da comunidade. Fundou outras cinco comunidades de eremitas e, em todos os monges, buscava que fomentassem o espírito de retiro, caridade e humildade. Dentre eles, surgiram são Domingos Loricato e são João de Lodi.

Vários papa recorreram a são Pedro por seus conselhos.Em 1057, foi criado cardeal e bispo de Ostia, embora o santo sempre tenha preferido sua vida de eremita. Posteriormente, lhe seria concedido o desejo de voltar para o convento como simples monge, mas com a condição de que poderia ser empregado no serviço da Igreja.

Dedicou-se a enviar cartas a muitos papas e pessoas de alto escalão para que se erradicasse a simonia, que era a compra ou venda do que é espiritual pot bens materiais, incluindo cargos eclesiásticos, sacramentos, sacramentais, relíquias e promessas de oração.

Escreveu o "Livro Gomorriano" (fazendo alusão à cidade de Gomorra, do Antigo Testamento) e falou contra os costumes impuros daquele tempo. Do mesmo modo, escrevia sobre os deveres dos clérigos, montes e recomendava a disciplina mais do que o jejum.

Costumava dizer: É impossível restaurar a disciplima uma vez que esta decai; se nós, por negligência, deixamos cais em desuso as regra, as gerações futuras não poderão volta à observância primitiva. Guardemo-nos de incorrer em semelhante culpa e transmitamos fielmente a nossos sucessores o legado de nossos predecessores". 

Era uma pessoa severa, mas sabia tratar os pecadores com indulgências e bondade quando a prudência e a caridade o requeriam. Em seu tempo livre, costumava fazer colheres de madeira e outros utensílios para não permanecer ocioso.

O papa Alexandre II enviou são Pedro Damião para resolver um problema com o Arcebispo de ravena, que estava exomungado por certas atrocidades cometidas. Lamentavelmente, o santo chegou quando o arcebispo tinha morrido,m mas converteu os cúmpleces, aos quais impôs uma penitência justa.

De volta a Roma, ficou doente com uma febre aguda, em um mosteiro fora de Faenza. Morreu em 22 de fevereiro de 1072. Dante Aliguieri, no canto XXI do Paraíso, coloca são Pedro Damião no céu de Saturno, destinado aos espíritos contemplativos. Foi declarado doutor da Igreja em 1828.

HISTÓRIA COMPLETAS DO SANTO

APARIÇÕES DE NOSSA SENHORA - NOSSA SENHORA DE LOURDES.

SEXTA APARIÇÃO DE NOSSA SENHORA DE LOURDES.
21 de fevereiro de 1858.
- Há 168 anos
Nesse dia, a Senhora apareceu muito cedo.
A notícia a respeito das aparições já tinha começado a se espalhar e cerca de cem outras pessoas estavam presentes em frenta à gruta. Voltando à cidade, Bernadete foi interrogada peleo comissário de polícia Jacomet, que queria que ela lhe contasse o que ela tinha visto.

TURISTA É PRESA POR QUEBRARA ESTÁTUA DE PADRE CÍCERO NO CEARÁ.


Uma turista argentina de 71 anos foi presa por quebra uma imagem do servo de Deus pacre Cícero Romão Batista, na rodoviária do Crato (CE). Ela pagou fiança e foi liberada.

Câmeras de segurança registraram o momento em que a mulher bateu na estátua com uma bolsa. Como a estátua não caiu, ela a empurrou, fazendo com que caísse no chão e se quebrasse.

A Guarda Civil Municipal foi acionada por volta das 13h30. A mulher, cujo nome não foi divulgado, foi levada à Delegacia de Polícia Civil do Crato.

Segundo as informações da Guarda Municiapal, inicialmente, a mulher negou ter praticado o dano. Como não havia sido observada a presença de câmeras de monitoramento no local, ela foi liberada. Ao retornar para a rodoviária, porém foi verificada a presença de câmeras de uma empresa de ônibus.

As imagens gravadas compravaram a autoria do dano à estátua e a mulher foi reconduzida à delegacia, onde foi autuada pelo crime de dano qualificado contra patrimônio público. A mulher pagou fiança e foi liberada para responder ao procedimento em liberdade.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

APARIÇÕES DE NOSSA SENHOR - NOSSA SENHORA DE LOURDES.

QUINTA APARIÇÃO DE NOSSA SENHORA DE LOURDES.
20 de fevereiro de 1858.
- Há 168 anos
A oração jamais revelada.
Nesse dia, a Senhora ensinou a Bernadette uma oração pessoal.
No final da visão, quando a Senhora despareceu ela sentiu uma grande tristeza.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

QUAL O SIGNIFICADO DA QUARESMA?


A Igreja possui uma longa tradição pedagógica e, a cada ano, convida-nos a imitar Nosso Senhor. Como lemos nos Evangelhos, Cristo retirou-se para o deserto, onde viveu quarenta dias de jejum e, ao ser tentado, santificou a nossa Quaresma. Mas o que isso significa, afinal? Qual é o seu sentido concreto na realidade da nossa vida?

De fato, a nossa existência assemelha-se à caminhada do povo de Israel pelo deserto. Depois de sair do Egito, que simboliza o pecado e a escravidão, o povo atravessa o Mar Vermelho, figura das águas do Batismo. Contudo, antes de alcançar a Terra Prometida — imagem do céu ou da santidade — é preciso passar pelos “quarenta anos no deserto”, tempo de purificação. Nesse caminho, os “rebeldes” que existem em nós, como as paixões desordenadas, as más influências e as tentações externas, precisam ser vencidos para que possamos alcançar a renovação interior e a verdadeira liberdade.

Esse itinerário configura, portanto, um verdadeiro deserto, isto é, uma luta exigente. Como afirma o livro de Jó: “A vida do homem na terra é um combate” (Jó 7,1). Assim, a Quaresma nos faz viver a dinâmica de um exercício concentrado, quase como uma escola, que nos ensina de forma intensa aquilo que somos chamados a praticar ao longo de toda a vida.

A Igreja, por assim dizer, oferece-nos todos os anos um “curso intensivo” de quarenta dias para nos ajudar a retomar o essencial da nossa missão: aprender a amar Jesus. No entanto, somos constantemente puxados pelo egoísmo, seja pelas paixões desordenadas, pelo espírito do mundo ou pela ação de Satanás. Essa luta contra o egoísmo é simbolizada pelos quarenta dias de Jesus no deserto, antes de iniciar seu ministério e anunciar o Evangelho. Nesse período, Ele viveu de forma condensada aquilo que o povo de Deus experimentou nos quarenta anos no deserto, marcados por tentações e provações. O simbolismo é belíssimo e, mais ainda, revela uma verdade profunda: ao vencer Satanás no deserto, Jesus conquistava a vitória também para nós.

A vida humana é, portanto, um combate contra o inimigo de nossas almas. E, assim como os soldados se preparam para a guerra, nós também iniciamos todos os anos um exercício espiritual. Por isso, o inimigo procura nos convencer de que a Quaresma não é necessária, insinuando que Deus, sendo o Deus da vida, não deseja sacrifícios, mas apenas aquilo que nos agrada. É preciso resistir a essa tentação e compreender a Quaresma como um autêntico treino de combate espiritual.

Por essa razão, a Igreja, em sua sabedoria, oferece-nos sacramentais, como as cinzas recebidas anualmente na Quarta-feira de Cinzas. Elas simbolizam uma espécie de declaração de guerra aos inimigos da alma e a súplica da graça divina para enfrentá-los. Ao usar com devoção esse sacramental, bem como o crucifixo e a água benta, participamos ativamente dessa batalha espiritual, permitindo que o egoísmo enfraqueça e que a graça de Deus atue cada vez mais em nossas vidas, para que possamos amar e servir melhor a Nosso Senhor.

SÉRIE SANTOS CASADOS,

SANTA LUDMILA e BORIVAR DA BOÊMIA

Nas figuras de Ludmila e Borivar, estamos diante de uma esposa e de um marido pagãos que encontraram juntos seu caminho para a fé, foram batizados em uma única cerimônia por Metódio, o apóstolo dos eslavos, e (ao que parece) viveram uma exemplar vida cristã. Graças a eles, a Boêmia rejeitou o paganismo e se uniu ao Ocidente cristão.

Há uma lenda, certamente com base histórica, que conta a conversão de Santa Ludmila e seu casamento com Borivar de Melník. No condado da linhagem nobre de que Ludmila descendia, foi erguida uma estátua de Baba, deusa pagã do clima, e em determinadas épocas do ano as pessoas se reuniam ali. Certa vez, num desses momento, apareceu o eremita critão Ivan. Numa linguagem inflamada, condenou as adoração de ídolos e louvou a fé católica. Enquanto falava, Ivan foi até a estátua da deusa pagã e as destruiu diante dos olhos de todos. Muda e horrorizada, a multidão aguardava a vingança dos deuses. No entanto, o eremita voltou imperturbável para o bosque de onde saíra. Ludmila, que havia testemunhado tudo ao lado da multidão, ficou profundamente abalada.Pela primeira vez, a fagulha da fé crsitã começou a brilhar em sua alma. Ela seguiu o eremita até o seu abrigo e tornou-se sua pupila. Certo dia, enquanto estava ali, repentidamente notou o duque Borivar, da dinastia Premislida, que estava a caçar. Ele ficou encantado com a beleza de Ludmila e imediatamente a pediu em casamento. Ela exigiu, entretanto, que o duque se convertesse ao cristianismo com ela e seguisse o seu exemplo. Borivar concordou com essa condição, e os dois foram batizados e unidos em matrimônio por Metódio, na igreja de Velehrad. Logo, a maioria dos cidadãos da Boêmias seguiu o exemplo de seu duque, agora cristão, e de sua duquesa, professanto a fé em Cristo.

Diz-se que o casamento do duque e da duquesa foi abençoada com três filhos e três filhas, eo casal (especialmente Ludmila) deu grande importância à educação cristã em seu palácio em Praga, o que se testemunha claramente em seu neto, São Venceslau. Junto com o duque Borivar, Ludmila construiu várias igrejas. Além disso, foi sempre muito generosa com os necessitados e ganhou o honroso título de "Mãe dos pobres". 

Por volta do ano de 894, depois da morte precose do duque Boriva e de seus sucessores, Spytihnev e Vratislau I, a nora de Ludmila. Draomira, assumiu como regente do ducado da Boêmia. Ela ainda era pagã, e por isso o duque instruirá sua esposa a garantir que Venceslau, seu nero mais velho, recebessse uam educação cristã. Mulher virtuosa que era, Ludmila seguiu essa recordação com sucesso. Sua influência despertou no jovem príncipe o início de uma profunda piedade cristã, graças à qual ela mais tarde se tornaria santo. Entretanto, Draomira, que ainda venerava seus antigos ídolos, nutria um ódio maligno pela sogra, devido ao fato de ela ter disseminado o cristianismo naquela região. Draomira conseguiu arrabanhar parte da nobreza à sua causa, tanto que, conforme relata a tradição, dois nobres boêmios dispuseram-se a acuar Ludmila em sua propriedade em Tetin, no dia 15 de setembro de 921, e estrangulá-la com seu próprio véu. O corpo de Ludmila foi enterrado em Tetin, sob as ordens de Vencelau, foi transferida a Praga, à Igreja de São Jorge.

APARIÇÕES DE NOSSA SENHORA - NOSSA SENHORA DE LOURDES.

QUARTA APARIÇÃO DE NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS
19 de fevereiro de 1858
- Há 168 anos

Atendendo ao pedido feito pela Senhora, Bernadette voltou à gruta. 
Nesse dia, inspirada pelo exemplo das pessoas que a tinham acompanhado na véspera, pela primeira vez ela levou uma vela acesa.
E continuou a fazer isso nos dias seguintes.
Isso deu origem à tradição de levar velas e acendê-las em frente à gruta, seguida até hoje pelos peregrinos em Loudes e uma das características marcantes do Santurário.