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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2026.


Com a Quarta-feira de Cinzas a Igreja inicia o tempo quaresmal. No Brasil a Igreja inicia a Campanha da Fraternidade, uma iniciativa anual que convida os fiéis e reflexão, à conversão e à prática da solidariedade. 

A Campanha da Fraternidade 2026 versará sobre a Moradia e o seu Lema será: "ELE VEIO MORAR ENTRE NÓS" (Jo, 1,14). O tema e o lema condizem muito com a nossa realidade devido à objetividade de toda a população ter uma moradia Digna. É dever próprio do Estado dar as condições complíticas públicas para que as pessoas tenha acesso à moradia e a Igreja colabora nesta missão possibilitando vida nova em Jesus Cristo, porque Ele se encarnou em nossa realidade.

A especificação do Objetivo Geral
A campanha da Fraternidade 2026 (CF) possui como objetivo geral a necessidade de promover tendo como base a Boa-Nova do Reino de Deus e hum espírito de conversão quaresmal, a moradia digna não só como prioridade, mas como direito, em unidade com os demais bens e serviços essenciais a toda a população. A ação da CF é dada na vida da sociedade e também na vida eclesial, possibilitando a evangelização, a Boa-Nova para analtecer o REino de Deus pela vida das pessaso com uma moradia condizente, digna.

A oração da Campanha da Fraternidade 2026
Ela merece uma consideração a ser aprofundada, porque a nossa vida de cristãos e de cristãs tem com base a oração em vista de uam ação caritativa. Ela dirige-se a Deus Pai que enviou o seu Filho, Jesus Cristo porque ele veio morar entre nós, ensinando-nos o valor da dignidade humana. Há um agradecimento a Deus por muitas pessoas e grupos na comunidade e na sociedade que sob o impulso do Espírito Santo estão empenhadas em prol da moradia digna para todas as pessoas. A oração impulsiona a um pedido de terra, teto e trabalho para todas as pessoas para que um dia tenhamos com o a graça da unidade com Deus, habitar na casa do Céu, amém.

O surgimento da Campanha da Fraternidade 2026
O texto-base apresenta um relato no surgimento da Campanha da Fraternidade em 1962. Ela surgiu em Nísia Floresta, Rio Grande do Norte, por iniciativa de Dom Eugênio de Araújo Sales, como Bispo auxiliar de Natal e sendo responsável na época pelo Secretariado Nacional da ação Social, e tendo como colaboradores os sacerdotes Edmundo Nelson Leising, Hilário Pandolfo e Alfred Sheneider. Foi toda uma organização pastoral e comunitária que possibilitou a Campanha da Fraternidade, a adesão de outras dioceses em 1964 havia a primeira Campanha da Fraternidade com a devida coleta em vista da evangelização.

A metodologia do texto-base
Ela segue a metodologia percebida há décadas nos documentos eclesiais a partir do ver a realidade da moradia no Brasil: o iluminar. Ele veio morar entre nós (Jo 1,14); o agir: a construção de casas e nelas habitarão. O fato é que a moradia é uma mercadoria muito importante para as pessoas, porque ninguém vive sem moradia. Pensemos nas milhares de pessoas em situação de rua, onde não tem um lar para viver. A realidade é que uma boa parte da população brasileira não tem renda suficiente para obter um financiamento e logo comprar uma moradia no mercado imobiliário privado e não tendo também políticas públicasd da habitação. Para a superação desta constatação será preciso um bom trabalho comunitário, social, em vista de moradia adequada ou digna para todas as pessoas;

Ele veio morar entre nós (Jo 1,14).

Este é o lema que norteará toda Companha da Fraternidade 2026 e ao longo do ano. Jesus assumiu a realidade humana, igual a nós em tudo menos o pecado. Ele também necessitou de um lar, de uma moradia para crescer como pessoa humana e como Filho de Deus na terra. Desta forma percebemos nós a importãncia de uma moradia para o crescimento humano, relacional entre pessoas, pais, avós, filhos e filhas, parentes para uma boa convivência em vista do crescimento do Reino de Deus aqui, agora e um dia na eternidade.

A fomentação da moradia digna.

A Igreja estimulará a fomentação de construção de moradias dignas para as pessoas mais necessitadas. Esta missão é parte de políticas públicas dos governos, que estão em nossa frente. Um dos objetivos específicos da Campanha da Fraternidade 2026 é justamente o empenho para efetivar leis e viabilizar políticas púplicas de moradia nas esferas sociais e políticas.

O tempo da quaresma convida-nos a conversão pessoal, comunitária, sociel e com Deus. Nós assumamos bem a Quaresma em preparação à Páscoa do Senhor e à Campanha da Fraternidade 2026 possibilitando uma vida conforme o Evangelho do Senhor, de ajuda e amor às pessoas que passam por dificuldades em ter moradia digna.

SIGNIFICADO E ORIGEM DA QUARTA-FEIRA DE CINZAS.

A quaresma começa na quarta-feira de cinzas, quando acontece o rito da imposição das cinzas. Mas qual é o significado e a origem das cinzas usadas neste tempo litúrgico.

Bento XVI disse durante uma audiência geral que a cinza é um sinal que convida os cristãos à penitência e a intensificar o compromisso de conversão para seguir cada vez mais o Senhor.

Segundo Antonio Lobera y Abio, padre do século XIX e autor do livro "O porquê de todas as cerimônias da Igreja e seus mistérios", esta penitência deve vir acompanhada de arrependimento e dor por ter ofendido a Deus.

O artigo 125 do Diretório sobre a Piedade Popular e a Liturgia diz que o rito da imposição das cinzas, longe de ser "um gesto puramente exterior, a Igreja conservou como sinal da atitude do coração penitente que cada batizado é chamado a assumir no itinerário quaresmal".

As cinzas também simbolizam a mortalidade dos homens. Isso se reflete claramente quando o padre impõe cinzas na testa do fiéis enquanto diz "lembra-te que és pó e ao pó hás de voltar.

No Antigo Testasmento, as cinzas são usadas pera expressar luto: "Filha de meu povo, veste-te de saco, revolve-te no pó, lamenta-te como por um filho único; uma lamentação amarga, porque, de repente, chega sobre nós o devastador". (Jeremias 6,26), desejo de obter algum favor de Deus: "E voltei minha face para o Senhor Deus, implorando-o em oração e súplicas. no jejum, no cilício e na cinza. (Daniel 9,3) e arrependimento "Todos os homens de Israel, as mulheres e as crianças que habitavam em Jerusalém prostraram-se diante do santuário, cobriram suas cabeças de cinzas e estenderam as mãos diate do Senhor". (Judite 4,11).

A Enciclopédia Católica diz que durante a Quinta-feira Santa os primeiros cristãos colcoavam cinzas sobre a cabeça e um "hábito penitencial", como símbolo de penitência pública.

Embora a quaresma tenha adquirido um caráter totalmente penitencial no século IV que o rito da imposição de cinzas na Quarta-feira de Cinzas foi implementado.

O rito da imposição das cinzas rapidamente espalhou pela Igreja Católica e tornou-ser uma parte importante da Quaresma.

O QUE FAZER DEPOIS DE RECEBER AS CINZAS?

Um primeiro ponto é que não há indicação do que a pessoa deve dizer ou fazer, portanto, é um momento para meditar em silêncio sobre o que foi ouvido após a imposição das cinzas.

O padre argentino Mauro Carlorosi, do Oratório de São Felipe Neri, especialista no tema da Divina Misericórdia, disse que não haja um tempo mínimo" estabelecido para o uso das cinzas na testa ou na cabeça, elas podem servir como um testemunho.

O sacerdote disse que as cinzas "são muito úteis como testemunho de que a pessoa é cristã e esta vivendo a Quaresma".

"Não se deve ter medo de dar testemunho onde quer que se esteja", destacou.

"Mas é claro que as cinzas em sua cabeça nesse dia não o impedem de cumprir se dever. Se tiver que se lavar ou se molhar, pode fazê-lo, mas não deve tirá-las por covardia por usar um sinal externo", acrescentou.

Para o padre Carlorosi, "nestes tempos, precisamos saber como exteriorizar nossa fé, especialmente os leigos. Assim como usamos alianças de casamento em nossas mãos ou fazemos o sinal da cruz em frente às igrejas, podemos usar cinzas com coragem para dar testemunha de Cristo".

"Se as cinzas caírem sozinhas ou se alguém se lavar, então que seja devido à perda no uso natural desse sinal", recomendou o padre.

"E se houver uma mancha feia na testa, que se deteriora com o passar do dia, não há problema em removê-la para que não pareça sujeira. Então, não haveria problema em se lavar", concluiu.
Por: Walter Sánchez Silva.

APARIÇÕES DE NOSSA SENHORA - NOSSA SENHORA DE LOURDES

3ª APARIÇÃO DE NOSSA SENHORA DE LOURDES.
18 de fevereiro de 1858.
- Há 168 anos
Este foi o dia no qual a Senhora falou pela primeira vez.

"Ela só me falou na terceira vez. Foi na quinta-feira seguinte: Fui ali com algumas pessoas importantes, que me aconselharam a pegar papel e tinta e lhe pedisse que, se tinha algo a me dizer, que tivesse a bondade de colocá-lo por escrito". 

"Tendo chegado lá, comecei a recitar o terço. Após ter rezado a primeira dezena, vi a mesma Dama. Transmitir esse pedido à Senhora. Ela se pôs a sorrir, e me disse que aquilo que tinha para me dizer, não era necessário escrevê-lo. 

O SIGNIFICADO E A ORIGEM DAS CINZAS E DA QUARESMA.

Hoje (quarta-feira 18/2) a Igreja celebrará a QUARTA-FEIRA DE CINZAS e o inicio da quaresma, um período marcado por celebrações e práticas específicas de preparação para a Páscoa.

Nesse post vamos mostrar informações fundamentais para entender a importância da quarta-feira de cinzas e, assim viver adequadamente esse tempo litúrgico de preparação par a Páscoa.

1. O que é a Quarta-feira de Cinzas?
É o primeiro dia da Quaresma, ou seja, dos 40 dias nos quais a Igreja chama o fiéis a se converterem e a se prepararem verdadeiramente para viver os mistérios da Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo durante a Semana Santa. Este ano será celebrada no dia 18 de fevereiro.

A Quarta-feira de Cinzas é uma celebração que está no Missal Romano No final da Missa, abençoa-se e impõe-se as cinzas obtidas da queima dos ramos usados no Domingo de Ramos do ano anterior.

2. Como nasceu a tradição de impor as cinzas?
A tradição de impor as cinzas remonta à Igreja primitiva. Naquela época, as pessoas colocavam as cinzas sobre a cabeça e se apresentavam diante da comunidade com um "hábito penitencial" para receber o Sacramento da Reconciliação na Quinta-feira Santa.

A quaresma adquiriu um sentido penitencial para todos os cristãos por volta do ano 400 d.C. e, a partir do século XI, a Igreja de Roma passou a impor as cinzas no início deste tempo.

3. Por que se impõe as cinzas?
A cinza é um símbolo. Sua função está descrita em um importante documento da Igreja, mais precisamente no artigo 125 do Diretório sobre a piedade popular e a liturgia:

"O começo dos quarenta dias de penitência, no Rito romano, caracteriza-se pelo austero símbolo das Cinzas, que caracteriza a Liturgia da Quarta-feira de Cinzas. Próprio dos antigos ritos nos quais os pecadores convertidos se submetiam à penitência canônica, o gesto de cobrir-se com cinza tem o sentido de reconhecer a própria fragilidade e mortalidade, que precisa ser redimida pela misericórdia de Deus. Este não era um gesto puramente exterior, a Igreja o conservou como sinal da atitude do coração penitente que cada batizado é chamado a assumir no itinerário quaresmal. Deve-se ajudar os fiéis, que vão receber as Cinzas, para que aprendam o significado interior que este gesto tem, que abre a cada pessoas a conversão e ao esforço do renovação pascal".

4. O que as cinzas simbolizam e o que recordam?
A palavra cinza, que provém do latim "cinis", representa o produto da combustão de algo pelo fogo. Esta adotou desde muito cedo um sentido simbólico de morte, expiração, mas também de humildade e penitência.

A cinza, como sinal de humildade, recorda ao cristão a sua origem e o seu fim: "E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra" (Gn 2,7); "até que te tornes à terra: porque dela foste tomado; porquanto és pó e em pó ter tornarás (Gn 3,19).

5. Onde podemos conseguir as cinzas?
Para a cerimônia devem ser queimados os restos dos ramos abençoados no Domingo de Ramos do ano anterior. Antes de queimá-los, asperge-se água benta e incensam-se os ramos.

6. Como se impõe as cinzas?
Este ato acontece durante a missa, depois da homilia, hoje é permitido que os leigos ajudem o sacerdote. As cinzas são impostas na fronte, em foram de cruz, enquanto o ministro pronuncia as palavras Bíblicas: "Lembra-te de que és pós e ao pó voltarás" ou "Convertei-vos e crede no Evangelho".

Depois de receber as cinzas, o fiel deverá retirar-se em silêncio, meditando na frase proferida.

7. O que devem fazer quando não há sacerdote?
Quando não há sacerdote, a imposição das cinzas pode ser realizada sem Missa, de forma extraordinária. Entretanto, é recomendável que antes do ato participem da liturgia da palavra.

É importante recordar que a bênção das cinzas, como todo sacramental, somente pode ser feita por um sacerdote ou um diácono.

8. Quem pode receber as cinzas?
Qualquer pessoa pode receber este sacramental, inclusive os não católicos. Como explica o Catecismo (1670 ss.), "sacramentais não conferem a graça do Espírito Santo à maneira dos sacramentos; mas, pela oração da Igreja, preparam para receber a graça e dispõem para cooperar com ela".

9. A imposição das cinzas é obrigatória.
A quarta-feira de Cinzas não é dia de preceito e, portanto, não é obrigatória. Não obstante, nesse dia muitas pessoas costumam participar da Santa Missa, algo que sempre é recomendável.

10. Quanto tempo é necessário permanecer com a cinza na fronte?
Quando tempo a pessoa quiser. Não existe um tempo determinado.

11. O jejum e a abstinência são necessários?
O jejum e a abstinência são obrigatórios durante a Quarta-feira de Cinzas, como também na Sexta-feira Santa, para as pessoas maiores de 18 e menores de 60 anos. Fora desses limites, é opcional. Nesse dia, os fiéis podem ter uma refeição "principal" uma vez durante o dia.

A abstinência de comer carne é obrigatória a partir dos 14 anos. Todas as sextas-feiras da Quaresma também são de abstinência obrigatória. Às sextas-feiras da Quaresma também são de abstinência. O gesto, dependendo da determinação da Conferência Episcopal de cada país, pode ser substituído por outro tipo de mortificação ou oferecimento como a oração do terço.  

SANTO DO DIA - 18 DE FEVEREIRO

SÃO SIMEÃO BISPO E MÁRTIR

No século I, São Simeão serviu como o segundo Bispo de Jerusalém. Além diss, foi parente de Jesus Cristo, segundo descrevem os Evangelhos de São Mateus (13,55) e São Marcos (6,3).

No livro ('História Eclesiástica' de Eusébio de Cesareia (Pai da história da Igreja), este santo é descrito como primo do Senhor (segundo a carne) por ser filho de Cléofas, o irmão de São José.

Do mesmo modo, a mãe de Simeão é mencionada pelo escritor Hegesipo como concunhada da Virgem Maria. No evangelho de São João e da São Mateus é mencionada uma "irmã" da Mãe de Deus, que viria a ser Maria, esposa de Cléofas (pai de Simeão).

Depois do martírio pelos judeus do primeiro Bispo de Jerusalém, São Tiago o Justo, e a imediata tomada da cidade, a tradição conta que os apóstolos e discípulos do Senhor, que ainda permaneciam vivos, se reuniram e deliberaram que Simeão seria noemado seu sucessor.


Como descreve Eusébio de Cesareia, na época do imperador Trajano, ressurgiu nas cidades e outros lugares da Palestina uma nova perseguição contra os cristãos por causa das revoltas do povo.

Foi então que o Bispo de Jerusalém, Simeão, foi denunciado como cristão e descendente de Davi, sendo sentenciado à morte pelo governador romano Ático. Foi torturado e crucificado aos 120 anos.

A IGREJA INICIA HOJE O TEMPO DA QUARESMA.


A Igreja Católica inicia hoje (18/3), com a Quarta-feira de Cinzas, o tempo litúrgico da Quaresma no qual, durante 40 dias e através da vivência do jejum, da oração e da esmola, os fiéis se preparam para a Semana Santa em que se atualizam os mistérios da Paixão, Morte e Ressurreição do Senhor Jesus.

Neste tempo, os fiéis estão chamados à conversão pessoal, exortação que durante a imposição da Cinzas o celebrante expressa com as palavras: "Convertei-vos e credo no Evangelho".

Com a expressão "Lembra-te de que és pó e ao pó voltarás", recorda-se a fragilidade da vida humana e que a morte é um destino inevitável.

Na Roma antiga, os fiéis começavam com uma penitência pública o primeiro dia da Quaresma no qual eram salpicados com cinzas. Atualmente os fiéis são marcados com uma cruz na testa com as cinzas obtidas ao queimar as palmas usadas no domingo de Ramos do ano anterior.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

SANTO DO DIA - 17 DE FEVEREIRO.

 SETE SANTOS FUNDADORES DA ORDEM DE MARIA.
No século XIII, sete jovens ricos provenientes da República Livre de Florença (Hoje Itália) decidiram abandonar suas requezas para se entregar a Cristo, seu Evangelho e à Virgem Maria.

Mais tarde, fundaram a Ordem dos Servos de Maria, e sua festa é comemorada neste dia 17 de fevereiro.

Este é o único caso na história da Igreja Católica no qual sete pessoa fundaram uma ordem religiosa.

No dia 15 de agosto de 1233 (festsa da Assunção de Maria), a Virgem apareceu a eles e lhes pediu que renunciassem ao mundo e se dedicassem exclusivamente a Deus.

Foi então que Buonfiglio dei Monaldi (Bonfilho), Giovanni di Buonagiunta, Bartolomeo degli Amidei (Amadeu), Ricovero dei Lippi-Ugguccioni (Hugo), Benedetto dell'Antella (Maneto), Gherardino di Sostegno (Sóstenes) e Alesio de Falconieri (Aleixo), que nesta época formavam uma confraria de leigos chamada Laudenses, repartiram todo o seu dinheiro entre os pobres e se retiraram ao Monte Senario, perto de Florença, para rezar e fazer penitência. Lá contruíram uma Igreja e uma ermida, na qual levara uma vida austera.

Tempos depois, todos foram ordenador sacerdotes a pedido do Cardeal, delegado do Sumo Pontífice, exceto Santo Alexio Falconieri o mais novo deles, que por humildade quis permanecer sempre como irmão.

Em 1239, os sete fundaram a ordem religiosa dos Servos de Maria, após uma nova visão da Virgem na quel lhes disse para seguir as regras de Santo Agostinho e lhes mostrou um hábito negro, recomendando que o usassem em memória da Paixão de seu Filho.

Desde 1240, foram conhecidos como os Servitas e rapidamente estenderam seu trabalho apostólico por toda Florença, chegando a fudar vários conventos e igrejas.

As caracteristicas desta organização são a grande devoção à Santíssima Virgem, a solidão e o retiro

Os Servos de Maria foram reconhecidas pela Santa Sé em 1304. Sua memória é comemorada em 17 de fevereiro, dia em que, segundo consta, morreu o último de seus membros, Santo Aleiso Falconieri, no ano 1310.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

SANTO DO DIA - 16 DE FEVEREIRO.


Hoje (16/2), a Igreja celebra santo Onésimo, que foi um escravo fugitivo que e tornou bispo de Éfeso e que morreu mártir ao ser apedrejado em Roma. Seu nome vem do grego e significa "proveitoso". 

Segundo o Martirológico Romano, Onésimo "foi acolhido por são Paulo de Tarso e concebido como filho na fé". Isto ocorreu quando fugia da justiça depois de ter roubado seu amo Filêmon, um cristão fico e líder da Igreja de Colossos (território da atual Turquia).

Foi quando Onésimo entrou em contato com são Paulo, que se encontrava, então, como prisioneiro em Roma. O apóstolo o converteu, batizou e o enviou à casa de seu antigo amo com uma carta de recomendação tal como está escrito em sua carta a Filêmon 10-12: "Venho suplicar-te em favor deste filho meu, que gerei na prisão, Onésimo. Ele poderá ter sido de pouca serventia para ti, mas agora será muito útil tanto a ti como a mim. Torno a enviá-lo para junto de ti, e é como se fora o meu próprio coração".

Nos versículos 18-19 da mesma epístola, Paulo se compromete a pagar as dívidas de Onésimo. "Se ele te causou qualquer prejuízo ou está devendo alguma coisa, lança isto em minha conta. Eu, Paulo, escrevo de próprio punho: Eu pagarei. Para não ter dizer que tu mesmo te deves inteiramente a mim!".

Dos 25 versículos que a carta de São Paulo a Filêmon contém, 12 são dedicados a apresentar Onésimo com seu filho. Em sua carta aos Colossenses (4,7-9), cita novamente Onésimo e conta que voltou à casa de Filêmon e finalmente foi enviado como um verdadeiro irmão:

"Quando ao que me concerne, o caríssimo irmão Tíquico, ministro fiel e companheiro no Senhor, vos informará de tudo. Eu vo-lo envio para este fim, para que conheçais nossa situação e console os vossos corações. Ele vai juntamente com Onésimo, nosso caríssimo e fiel irmão, conterrâneo vosso. Ambos vos informarão de tudo o que aqui se passa".

Ao que parece, Filêmon perdoou e colocou a liberdade seu escravo arrependido e o mandou se reunir de novo com São Paulo.

São Jerônimo conta que Onésimo chegou a ser pregador do Evangelho e, em seguida, bispo de Éfeso por ordem do apóstolo Paulo. Posteriormente, Onésimo foi feito prisioneiro e levado a Roma, onde morreu apedrejado.

HISTÓRIA COMPLETE:

domingo, 15 de fevereiro de 2026

SANTO(A) DO DIA - 15 DE FEVEREIRO

Jesuíta entregue ao Coração de Jesus.
Hoje (15/2), a Igreja comemora são Cláudio Colombiere, sacerdote jesuíta francês do século VXII, que escreveu sobre as visões do Sagrado Coração de Jesus de outra grande santa, Margarida Maria Alacoque.

Quanto canonizou Cláudio em 1992, o papa João Paulo II o apresentou como modelo de jesuíta, recordando como "se entregou por completo ao Sagrado Coração, 'sempre abrasado de amor'. Inclusive, praticou o esquecimento de si mesmo a fim de alcançar a pureza do amor e de elevar o mundo a Deus".

Nascido no sul da França durante 1641, são Cláudio fazia parte de uma família de sete filho, dos quais quatro entraram no sacerdócio ou na vida religiosa. Frequentou uma escola da Companhia de Jesus em sua juventude e ingressou na ordem aos 17 anos.

Como noviço, Cláudio admitiu ter uma "terrível aversão" ao rigoroso tratamento requerido pela ordem, mas o noviciado conseguiu incrementar o seu talento natural, o que o levaria, em seguida, a fazer um voto privado de obedecer as regras o mais perfeitamente possível.

Depois de completar os períodos de estudo, Cláudio foi ordenado sacerdote em 1669. Conhecido como um grande pregador, também ensinou na universidade e serviu como tutor dos filhos do ministro de finanças do rei Luís XIV.

Em 1674, foi eleito superior de uma casa dos jesuítas na cidade de Paray-le-Monial. Nessa época, quanto também foi confessor em um convento de religiosas da localidade, Cláudio fez parte de diversos acontecimento que mudariam sua própria vida e a história da Igreja no Ocidente.

Uma dessas religiosas era santa Margarida Maria Alacoque, que dizia ter experimentado revelações privadas de Cristo, solicitando a devoção ao Seu coração. Entretanto, dentro do convento, esta notícia - que o tempo e a Igreja se encarregariam de mostrar que era verdadeira - foi recebida com certo desprezo.

Durante seu tempo em Paray-le-Monial, o padre  Cláudio se tornou o diretor espiritual desta grande santa e escutou cuidadosamente seu testemunho sobre as revelações, chegando à conclusão deque a Irmã Margarida Maria as tinha recebido, efetivamente, de maneira extraordinária.

Os escritos de Cláudio de la Colombiere e seu testemunho da realidade das experiências da santa ajudaram a estabelecer o Sagrado Coração como um dos pilares da devoção católica. Isto, por sua vez, ajudou a combater a heresia jansenista, que afirmava que Deus não que a salvação de algumas pessoas.

No outono de 1676, o padre Cláudio foi chamado à Inglaterra. Durante um momento de tensão no país religiosamente desgarrado, exerceu seu ministério como capelão e pregador de Maria de Modena, uma católica que havia se tornado a Duquesa de York.

Em 1678, um falso rumor se estendeu sobre um suposto complô católico contra a monarquia inglesa. A mentira levou à execução de 35 pessoas inocentes, entre eles, oito jesuítas. O padre Cláudio não foi assassinado, mas foi acusado, detido e preso em um calabouço durante várias semanas.

O jesuíta francês suportou heroicamente a provação, mas as condições na prisão maltrataram muito sua saúde antes de sua expulsão na Inglaterra. voltou par a França em 1679 e retomou seu trabalho como professor e sacerdote, fomentando o amor pelo Sagrado Coração de Jesus entre os fiéis.

Em 1681, Cláudio Colombiere voltou a Paray-le-Monial, o local das revelações de santa Margarida Maria Alacoque.

Lá, em 1682, quando tinha apenas 41 anos, o sacerdote morreu de um hemorragia interna no primeiro domingo da Quaresma, no dia 15 de fevereiro.

Foi beatificado em 1929 - nove anos depois da canonização de santa Margarida Alacoque - e canonizado em 63 anos depois, por são João Paulo II.

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