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segunda-feira, 2 de março de 2026

MÊS DE MARÇO, MÊS DE SÃO JOSÉ.


A tradição da Igreja atribuiu uma devoção especial a cada mês do ano, e o mês de março é dedidaco em particular a São José, casto esposo da Virgem Maria padroeiro da Igreja Universal.

São José é conhecido como o "santo do silêncio" porque não se conhece uma palavra pronunciada por ele, mas sim as suas obras, sua fé e amor que influenciaram em Jesus e em seu santo matrimônio.

Uma das pessoas que mais difundiu a devoção a são José foi santa Teresa d'Ávila, que através da intercessão do santo foi curada de uma doença que a deixou quase paralisada e que era condierada incurável.

A dedicação do mês de março a São José na tradição católica possui raízes históricas e litúrgicas que seconsolidaram ao longo dos séculos, baseados principalmente na proximidade com a sua principal festividade.

O motivo central é a celebração da Solenidade de São José, o esposo de Maria, no dia 19 de março. Esta data aparece nos calendários litúrgicos desde o século X, mas ganhou força universal em 1479, quando o Papa  Sisto IV a intruduziu no Breviário Romano. A escolha do dia 19 está ligada a uma tradição antiga que aponta esta data como o dia do seu "Trânsito", ou seja, de sua morte e entrada no céu. Diferente de outros santos, cuja veneração muitas vezes ocorre pelo martírio, São José é honrado por sua missão de guardião da Sagrafa Família.

A devoção se intensificou significamente no século XIX. Em 1870, o Papa Pio IX proclamou São José como o Patrono Universal da Igreja, em um contexto de grandes transformações sociais. O pontífice via no santo um modelo de proteção e humildade neessário para o momento. Posteriormentem em 1889, o Papa Leão XIII reforçou a importância do mês de março em sua encíclica Quamquam Pluries, recomendando que os fiéis dedicassem exercícios piedosos e orações ao santo durante todo este período. A prática de dedicar trinta dias de oraçõa a São José em março tornou-se comum espelhando a tradição do mês de maio dedicado a Nossa Senhora.

Outro fator que contribuiu para essa dedicação foi o movimento operário. No século XX, o Papa Pio XII instituiu a festa de São José Operário em 1º de maio, mas isso não diminui a importância de março; pelo contrário, reforçou a figura do santo como intercessor em diferentes esferas da vida cristã, desde a vida familiar até o mundo do trabalho. Durante o mês de março, é comum a prática da "Novena de São José" e das "Sete Dores e Alegrias de São José", ritos que buscam aprofundar a compreesão sobre o papel silencioso e fundamental que ele exerceu na história da salvação, protegendo a infância de Jesus e sustentado a casa de Nazaré.

SANTO DE HOJE - 02 DE MARÇO.

 SÃO SIMPLÍCIO 
O papa defensor da doutrina católica.

Simplício foi o papa número 47da Igreja Católica (sucessor de Hilário), cujo pontificado durou de 468 a 483, durante o qual foi destituído o imperador Rômulo Augusto e marcou-se o fim do império romano do Ocidente.

Em tempos de heresia do monofitismo do do século V (que acreditava unicamente na natureza divina de Jesus Cristo), este santo defendeu sempre a autoridade da Santa Sé e a independência da Igreja Católica diante do poder público, sobretudo, porque os governantes bizantinos queriam unificar ambas as esferas.

Por exemplo, no ano 476, quando o usurpador Flávio Basilisco se apoderou do trono do imperador romano do Oriente, Zenão, e publicou um edito religioso que rechaçava o Concílio de Calcedônia (451) - o qual condenava a heresia do monofistimos-, o papa Simplício fez todos os esforços para manter o dogma católico e as definiçoes deste último concílio.

Concretamente, são Simplício exortou a ser fiéis à verdadeira fé em suas cartas enviadas a alguns membros do clero, ao bispo de Constantinopla (Acácio) e ao próprio usurpador Flávio Basilisco.

O santo também exerceu um severo cuidado pastoral na Europa Ocidental, publicando decisões sobre questões eclesiásticas. Entre essas, nomeou o obispo de Sevilla como vigário papal na Espanha, de forma que os privilégios da Santa Sé puderam exercer no próprio país.

Os contemporâneos do santo concordam que levou uma vida austera, de oração constante e mortificações. Morreu em 2 de março de 483.

HISTÓRIA COMPLETA DO SANTO

APARIÇÕES DE NOSSA SENHORA - NOSSA SENHORA DE LOURDES.

DÉCIMA TERCEIRA APARIÇÃO
2 de março de 1858
- Há 168 anos.
Nessa data, Bernadette teve só uma breve visão da Dama. havia por volta de 1650 pessoas. 

"Ela me disse que eu devia dizer aos padres para construir uma capela aqui".

E contou como cumpriu essa missão:
"Fui procurar o senhor pároco, para lhe dizer que a Senhora me tinha ordenado de ir dizer aos padres para construir ali uma capela. Ele me olhou um momento, e logo me perguntou num tom incomodado quem era essa Senhora. Eu lhe respondi que não sabia. Então ele me encarregou de perguntar a ela o nome, e de voltar para lhe contar".

"A Senhora disse: 'Devem vir aqui em procissão'" - contou a vidente ao pároco, Padre Dominique Peyramale. Para o sacerdote, isso foi demais.

domingo, 1 de março de 2026

APARIÇÕES DE NOSSA SENHORA - NOSSA SENHORA DE LOURDES.

DÉCIMA SEGUNDA APARIÇÃO
1 de março de 1858.
Há 168 anos.
Desta vez, o pai de Bernadette acompanhou a filha à Gruta. Desde cedo, havia ali por volta de 1.500 pessoas.

A pedido, a vidente tinha levado o terço de uma outra pessoa, mas no hora de rezá-lo a Dama lhe perguntou: 
"Onde está o teu terço?"
Bernadette tirou-o então do bolso. Sorrindo, a Virgem lhe disse: 
"Usai-o". 

A Santa repetia os gestos: comer ervas, beber e se lavar com a água da gruta. O povo começou a imitá-la, e se constatou que a água brotava cada vez mais límpida e abundante.

Entre os assistentes por primeira e única vez esteve um sacerdote. Foi o Padre Antoine Dezirat, que ignorava a interdição ao clero de comparecer ao local.

Ele escreveu: "Só Bernadette viu a aparição, mas todo o mundo tinha como que o sentimento de sua presença. [...] Respeito, silêncio, recolhimento, reinavam por todo lado. [...] Oh! como estava bom. Eu acreditava estar no vestíbulo do Paraíso!". 

Na noite daquele dia aconteceu o primeiro milagre. Catherine Latapie, grávida de nove meses, tinha paralisados dois dedos da mão direita. O mal lhe impedia atender às necessidades do lar e dos filhos. Ela imergiu a mão na água e sentiu um grande bem-estar, com os dedos movimentando-se naturalmente. 

HISTÓRIA COMPLETA DE NOSSA SENHORA DE LOURDES.
https://www.peregrinusfidei.com.br/p/nossa-senhora-de-lourdes.html

sábado, 28 de fevereiro de 2026

APARIÇÕES DE NOSSA SENHORA - NOSSA SENHORA DE LOURDES.

DÉCIMA PRIMEIRA APARIÇÃO
28 de fevereiro de 1858.
- Há 168 anos
Caía uma chuva fina e constante, e fazia um frio terrível, enquanto cerca de 1200 pessoa se encontravam na Gruta desde o amanhecer.
Bernadette chegou às 7 horas.
Pôs-se de joelhos, rezou o terço e beijou a terra, enquanto um potente sopro pareceu passar sobre os presentes.
Todos ou quase todos os espectadores se ajoelharam, rezaram e beijaram o chão com Bernadette.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

APARIÇÕES DE NOSSA SENHORA - NOSSA SENHORA DE LOURDES,

DÉCIMA APARIÇÃO DE NOSSA SENHORA DE LOURDES.
27 de fevereiro de 1858.
- Há 168 anos
Uma multidão de mais de 800 pessoas aguardava Bernadette na Gruta por volta das 6:30 h. 
Por 15 minutos Bernadette caminhou de joelhos e beijou o chão várias vezes. Em seguida comandou a multidão por duas vezes, com gestos, para que repetisse aquele ato de penitência. Só na segunda vez os presentes obedeceram.
A partir daquele dia, o chão e a pedra sagrada de Massabielle são cobertos de beijos de pessoas de todos o mundo.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

SÉRIE SANTOS CASADOS - A SANTIDADE NO MATRIMÔNIO AO LONGO DOS SÉCULOS.

SANTA MATILDE e HENRIQUE I

Figura especialmente nobre entre as esposas dos reis germânicos e imperadores da Idade Média é Santa Matilde, esposa do Rei Henrique I. Ela nasceu por volta de 895 em Engern (Saxônia), filha do conde saxão Teodorico, um bisneto do Conde Viduquindo, e da nobre franco-dinamarquesa REinilda, e recebeu a melhor educação possível no convento de Erfurt, onde sua avó Matilde era abadessa.

No ano de 909 Matilde casou-se com o duque Henrique, o Passarinheiro, que chegou ao terno da Alemanha em 919 e foi coroado como Henrique I. Ela era uma esposa bela inteligente, piedosa, amável e coridosa. Nos mais antigos documentos, Vita Mathildis prior, de 975, e Vita Mathildis posterior, recebeu o título de santa, e foi descrita como mirae sanctitatis femina ("mulher de magnífica santidade").
Sobre o seu casamento, está escrito:

Vivia em paz com o marido; o amor dele era o ara que ela respirava. Nas conversa entre ambos, revelava todos os tesouros de sua alma, todaas as suas ternas qualidades femininas. Ela enchia-lh8e a vida de alegria e beleza, iluminava-lhe o espírito aflito com um temperamento vivaz e acalmava-lhe oa ânimos, que costimavam ser bastante tempestuosos. Nunca interferia nos assuntos reais de seu marido; nunca importunava-lhe com opiniões ou conselhos; mas uma palavra descompromissada e ingênua de sua parte às vezes mostrava-lhe o caminho para sair das confusões e dificuldades. Insistiu em apenas um desejo como rainha: o direito de interceder por clemência e perdão. Matilda exercia esse direito sempre que possível, porém, quando no rigor da justiça o rei não podia ajudá-la, permanecia calma: pois ela safisfizera o impulso de seu coração, enquanto ele poderia agir segundo os ditames do seu.

Do matrimônio de Matilde e Henrique nasceram cinco filhos: 1) Otão, que depois tornou-se o Rei Otão I, o Grande; 2) Gerberga, que se casou com o duque Gilberto de Lotaríngia em 928, e com o Rei Luís IV da França, em 940; 3) Edviges; 4) Henrique, posteriomente Duque da Baviera, e 5) Bruno, posteriormente o santo arcebispo de Colônia. Matilde dedicou-se inteiramente a seus filhos com ternura e carinho, procurando educar suas almas e corações na veradeira reverência a Deus e na bondade para com o próximo. Por vinte e três anos, Matilde pôde desfrutar da felicidade de um matrimônio sem infortúnios, porém, em 936, seu marido faleceu em uma viagem a Memleben, no rio Unstrur, aos sessenta anos de idade. Foi enterrado na Catedral de Quedlimburgo.

A rainha viúva reuniu seus filhos e implorou-lhes fervorosamente que praticassem o temor a Deus e obedecessem aos Mandamentos do Senhor, mas, acima de tudo, que mantivessem a harmonia entre si. Infelizmente, isso não aconteceu, e até certo porto a culpa foi da própria Matilde: ela sempre demonstrou um amor maior por Henrique, seu segundo filho, e isso despertava a inveja dos irmãos. Mesmo agora desejava que seu predileto se tornasse o sucessor do trono, após a morte do marido. No entanto, os maiores líderes do império escolheram o mais velho, Otão, como rei (obedecendo também ao desejo de seu pai) e o conduziram à coração. Henrique liderou um levante armado contra seu irmão, e oRei Otão I só conseguiu subjugá-lo após longas batalhas. A rainha-mãe Matilde obrigou-se a uma severa penitência por favorecer Henrique, e só depois de muitas orações e lágrimas conseguiu reconciliar os irmãos rivais. 

Não muito tempo depois, um novo sofrimento se abateu sobre a santa. Desta vez os dois irmãos, Otão e Henrique, voltaram-se contra a mãe, acusando-a de desperdiçar suas posses com indivíduos que não as mereciam. Matilde foi forçada a abandonar a corte e recolheu-se em uma convento. Apenas o infortúnio pessoa e outras experiências dolorosas fizeram os filhos perceberam que haviam sido injustos com a mãe. Realizaram um pedido público de desculpas, e Matilde foi recebida de volta na corte. Dali em diante, novamente dedicou-se sem restrições às obras de caridade e piedade.

Em 14 de março de 968, Matilde faleceu após revigorar-se com os últimos sacramentos trazidos por seu neto, o arcebispo Guilherme, de Mainz. Seu último local de descanso foi a Catedral de Quedlinburg, ao lado do marido, o Rei Henrique I.

Por meio de seus filhos e netos, Matilde tornou-se a ancestral de várias casas reais: os descendentes imperiais de Otão, segundo a linhagem masculina, e os francos sálios, os Hohenstaufens e os capetianos franceses, segundo a linhagem feminina. Ainda mais notável é o fato de Matilde estar cercada de santos entre seus parentes mais próximos. Bruno, seu caçula, o arcebispo de Colônia, é reverenciado como santo. Também sua nora Adelaide, esposa de Otão, que em 962 foi coroado Imperador Otão I, em Roma. A esposa de Henrique II, bisneto de Matilde, chamada Cunegundes, sua irmã Gisela e o marido, o Rei Estêvão da Hungria, e o filho dos dois, Emérico, também são considerados santos.

HOLBÖCK, Ferdinand. Santos Casados: A santidade no matrimônio ao longo dos séculos. P. 84-86, RS: Minha Biblioteca Católica 2020.   

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

FESTA DE SÃO JOSÉ

DE 19 A 22 DE MARÇO 
Sítio Serra dos Vaqueiros - Ibirajuba/PE.

CONVITE
Com grande alegria que acomunidade do sítio Serra dos Vaqueiros, convida você para participarem dos 10 ano da festa de São José.
Tema: "São José nos ensina a viver a fidelidade a Deus!.

PROGRAMAÇÃO

Quinta-feira - 19 de março
18:30 Hs- Reza do Terço e procissão da bandeira saíndo da casa de Nego e Elizaine;
19 Hs- Celebração da palavra com o Diácono Josias.
Animação: Sagrada Família
Noiteiros: Nego e Elizaine
Comunidade Noiteiras: MCC, Nossa Senhora da Conceição (St. Gavião), Nossa Senhora das Graças (St. Carnijó), Divino Pai Eterno (St. Sete Voltas) e Sagrada Família (Cachoeirinha).

Sexta-feira - 20 de março
18:30 Hs- Reza do Terço.
19 Hs- Celebração da santa missa presidida pelo Padre Silvano
Animação: Ministério Luz Divina
Noiteiros: Mendonça e Família
Comunidade Noiteiras: Santo Expedito (Mutirão); Nossa Senhora das Dores (St. Boqueirão); São Miguel Arcanjo (St. Mandioca).

Sábado - 21 de março
18:30 Hs- Reza do Terço.
19 Hs- Celebração da santa missa presidida pelo Padre Jerônimo Alves.
Animação: Ministério Reavivados pelo Espírito
Noiteiros: Téo e Zé Guariba
Comunidade Noiteiras: Santa Luzia (St. Rosilho); Jesus Eucarístico (St. Caiana); São Francisco das Chagas (St. Minduri); Mãe Rainha (St. Cantinho); Terço dos homens e das mulheres; Pastoral da Acolhida; Pastoral do Batismo.

Domingo - 22 de março
16:00 Hs- Procissão com imagem do padroeiro SÃO JOSÉ, saindo da casa de Zé Valdo para a igreja, onde será celebrada a Santa Missa presidida pelo padre José Adeildo de Santana.
Animação da procissão: Batalhão 07 e e Carlinhos do Pai Eterno.
Animação da missa: Ministério Unidos em Cristo.
Noiteiros: Zé Valdo, Edjailson, Emerson, Ednaelson, Jucineide e família. José Gomes dos Santos e Sidney (Nei) e Joseane.
Comunidade Noiteiras: São Sebastião e Santo Antônio (St. Cajá); Filhos do Pai Eterno (Comunidade do Cruzeiro); São Francisco de Assis (Vila do Alto); Nossa Senhora Aparecida (St. Pachola) e todos os devotos e devotas de São José.

HÓSTIAS CONSAGRADAS FICAM INTACTAS DEPOIS DE ALAGAMENTO DE CAPELA EM UBÁ.


A capela da Comunidade Santo Antônio, da paróquia São José Operário, em Ubá (MG) ficou completamente alagada por causa dos temporais da madrugada de ontem (24/2). Um detalhe chamou a atenção do fiéis: as hóstias guardadas no sacrário ficaram intactas, mesmo com a água e o barro invadindo o local.

"A água entrou no sacrário, as âmbulas estavam envoltas de barro, mas não entrou nada dentro delas, as hóstias ficaram intactas", disse o padre Edson Ribeiro. "Isso foi algo bem tocante para nós, já que era impossível que as hóstias não fossem atingidas, pois o sacrário estava literalmetne tomado de água".

O padre Edson estava em Cachoeiro do Campo, distrito de Ouro Preto, participando do retiro espiritual do clero da diocese de Leopoldina (MG). Por causa das chuvas, ele e todos os padres de Ubá voltaram na manhã de ontem (24/2) para a cidade para ajudar as pessoas.

A Igreja matriz de São José Operário não foi atingida, pois fica longe do rio Ubá que subiu 7,82 metros de altura. A capela da Comunidade Santo Antônio, que faz parte da paróquia, fica mais perto do rio e ficou completamente alagada. O padre contou que encontrou a capela devastada, a água foi acima do sacrário, os bancos quebraram e muitos objetos ficaram destruídos.

O padre também contou que muitas famílias da região perderam tudo. "No momento estamos focando nas pessoas, é o mais necessário agora", disse o padre. A comunidade decidiu que a reconstrução da cepela ficará para depois, pos "a comunidade é o povo de Deus, isso é o que precisamos cuidar".

O padre Edson pediu ajuda para as famílias que perderam tudo. As doações poder ser feitas pelo pix da paróquia.

INCÊNDIO DESTRÓI ESTÁTUA DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA EM NATAL.


Um incêndio na tarde ontem (24/2) destruiu a estátua de Nossa Senhora de Fátima que estava sendo montada no bairro Pajuçara, Zona Norte de Natal (RN). Só a cabeça e a coroa da imgem, que ainda não tinha sido instaladas, não foram destruídas. Uma pessoa teve queimaduras leves nas mãos.

O corpo de Bombeiros foi acionado e se dirigiu ao local para conter as chamas e a fumaça e atender as vítimas. Segundo o comandante da operação, tenente Marcely Maria, trabalhadores faziam serviços de solda em um lugar com material combustivel, como isopor e fibra, e essa poderia ser a causa do incêncio. Mas, os bombeiros disseram que serão feitas avaliações técnicas para apuração das possíveis causas do incêndio.

Segundo os bombeiros, a ocorrência contou com a atuação de 20 militares e foram usados cerca de 15 mil litros de água para a total extinção das chamas. A estátua ficou completamente destruída, danificando inclusive o eixo metálico que serve de encaixe para as peças.

A imagem de Nossa Senhora de Fátima, de 35 metros de altura sobre uma base de 8 metros, foi feita pelo escultor Ranilson Viana, o mesmo que construiu a imagem de Nossa Senhor de Fátimas inaugurada em novembro no Crato (CE).

A arquidiocese de Natal publicou uma nota de solidariedade por causa do incêndio, assinada pelo arcebispo dom João Santos Cardoso.

Ele expressou solidariedade à paróquia de Nossa Senhora de Fátima, território no qual o monumento está sendo erguido, e aos fiéis católicos que acompanham a execução da obra.

"Sabemos quão grande é a expectativa em torno deste monumento que traduz fé e o fortalecimento da devoção mariana".

Também se solidarizou com o "artista, responsável pela obra", e os "trabalhadores que se encontravam no local no momento do ocorrido".

"Neste momento de constentação, elevamos nossas orações ao Senhor, por intercessão de Nossa Senhora de Fátima, para que inspire forças renovadas para a continuidade dessa obra. Confiamos que, com determinação e espírito de comunhão, a Prefeitura de Natal e os demais envolvidos no projeto, possam reconstruir a estátua, preservando o significado de espiritualidade que ela representa para muitas pessoas", concluiu a nota.