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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

APARIÇÕES DE NOSSA SENHORA: NOSSA SENHORA DE LOURDES.

Santa Bernadette Soubirous redigiu de próprio punho, em sete ocasiões, a descrição da aparição, acrescentando novos detalhes em cada uma das versões. Eis um apanhado tão completo quanto possível de todos eles. Vamos conheceros relatos.

1ª APARIÇÃO DE NOSSA SENHORA DE LOURDES
11 de fevereiro de 1858
- Há 168 anos.


Acompanhada por sua irmã e uma amiga, Bernadette foi à gruta de Massabielle, nas margens do Rio Gave de Pau, para recolher madeira seca para aquecer a pequena casa da sua família. 

"Quando estávamos no moinho, eu lhes perguntei se queriam ver onde a água do canal se encontrava com o Gave. Elas me responderam que sim. De lá, seguimos o canal e nos encontramos diante de um gruta, não podendo mais prosseguir".

"Minhas duas companheiras se colocaram em condições de atravessar a água que estava diante da gruta. Elas a atravessaram e começaram a chorar. Perguntei-lhes por que choravam, e disseram-me que a água estava gelada". 

"Pedi que me ajudassem a jogar pedras na água, para ver se podia passar sem tirar meus sapatos, mas disseram-me que devia fazer como elas, se quisesse. Fui um pouco mais longe, para ver se podia passar sem tirar meus sapatos, mas não poderia"

Esta preocupação se explica porque Bernadette sofria de asma, e a mãe não queria que tomasse friagem. Nessa ocasião ela catava galhos secos para aquecer a mísera habitação onde sua família arruinada era constrangida a viver. Prossegue o relato de Bernadette.

"Então, regressei diante da gruta e comecei a tirar os sapatos. Tinha acabado de tirar a primeira meia, quando ouvi um barulho como se fosse uma ventania".

"Então girei a cabeça para o lado do gramado, do lado oposto da gruta. vi que as árvores não se moviam, então continuei a tirar meus sapatos".

"Ouvi mais uma vez o mesmo barulho. Assim que levantei a cabeça, olhando a gruta, vi uma Dama vestida de branco. Tinha um verstido branco, um véu branco, um cinto azul e uma rosa em cada pé, da cor da corda do seu terço".

"Eu pensava ser vítima de um ilusão. Esfreguei os olhos, porém olhei de novo e vi sempre a mesma Dama. Coloquei a mão no bolso, para pegar o meu terço. Queria fazer o sinal da cruz, mas em vão. Não pude levar a mão até a testa, a mão caía".

"Então o medo tomou conta de mim, era mais forte que eu. Todavia, não fugi. A dama tomou o terço que segurava entre as mãos e fez o sinal da cruz. Minha mão tremia, porém tentei uma segunda vez, e consegui. Assim que fiz o sinal da cruz, desapareceu o grande medo que sentia, e fiquei tranquila".

"Coloquei-me de joelhos. Rezei o terço, tendo sempre ante meus olhos aquele bela Dama. A visão fazia escorrer o terço, mas não movia os lábios. Quando acebei o meu terço, com o dedo Ela fez-me sinal para me aproximar, mas não ousei. Fiquei sempre no mesmo lugar. Então desapareceu imprevistamente".

"Comecei a tirar a outra meia para atravessar aquele pouco de água que se encontrava diante da gruta para alcançar as minhas companheiras e regressarmos. No caminho de volta, perguntei às minhas companheira se não haviam visto algo".
- Não
"Perguntei-lhe mais uma vez, e disseram-me que não tinham visto nada. Eu lhes roguei que não falassem nada a ninguém. Então elas interrogaram: 
- E tu viste algo?
Eu lhes disse que não.
- Se não viste nada, eu também não.

"Pensava que tinha me enganado, Mas retornando a casa, na estrada me perguntavam o que tinha vista. Voltavam sempre àquele assunto".

"Eu não queria lhes dizer, mas insistiram tanto, que decidi dizê-lo, mas na condição de que não contassem para ninguém. Prometeram-me que manteriam o segredo".

"Mas assim que chegaram às suas casas, a primeira coisa que contaram foi que eu tinha visto uma Dama vestida de branco. Esta foi a primeira vez".

SANTO(A) DO DIA - 11 DE FEVEREIRO

Hoje 11/2, a Igreja celebra a festa de Nossa Senhora de Lourdes, que em uma de suas aparições disse à Santa Bernadette. "Não prometo fazer-te feliz neste mundo, mas sim no próximo".

Era 11 de fevereiro de 1858, Bernadette, sua irmã e outra menina foram para o campo para encontrar madeira seca, perto de uma gruta. Para chegar lá, tinham que passar por um riacho. Bernadette não se atrevia a entrar porque a água estava muito fria. Ela começou a tirar os sapatos quando de repente ouviu um forte barulho vindo da gruta.

Aproximou-se para ver o que estava acontecendo e ali naquele lugar apareceu A virgem envolta em uma luz resplandecente, com um traje branco de um tecido desconhecido, uma cinta azul na cintura, um grande véu branco e duas rosas douradas brilhantes que lhe cobriam a parte superior dos pés.

Em suas mãos, a Virgem tinha um grande rosário branco e dourado. Então, juntas, começaram a rezá-lo. No domingo, 14 de fevereiro, Bernadette rezava na gruta a primeira dezena do rosário e Maria apareceu. A menina jogou água benta para garantir que não era uma obra do inimigo. A Virgem sorriu, fez o sinal da cruz com o rosário e rezaram juntas.

Na quinta-feira dia 18, a Virgem pediu a Bernadette que regressasse quinze dias seguidos à gruta. Diante da aceitação e promessa da pequena, Maria prometeu fazê-la feliz no outro mundo. Os rumores das aparições começaram a se espalhar.

Em 19 de fevereiro, Bernadette foi com uma vela abençoada e acesa. Assim, nasceu o hábito de ir com velas para acendê-las diante da gruta. Em 20 de fevereiro, a Senhora ensinou uma oração pessoa a Bernadette.

No domingo, 21, a menina viu que a Virgem estava triste, perguntou o que se passava e Nossa Senhora lhe respondeu: "Orai pelos pecadores". Por esta altura, as autoridades ameaçavam levar Bernadette para a cadeia e todos zombavam dela.

No dia 22, a Virgem não apareceu, mas a menina não perdeu a esperança de volta a vê-la. No dia 23, dez mil pessoas foram ver o que acontecia. A virgem apareceu a Bernadette e pediu que dissesse aos sacerdotes que elevassem ali um santuário, onde se deveria ir em procissão.

A menina foi e comentou com o sacerdote, quem, em troca pediu o nome da Senhora e que florescesse uma roseira silvestre onde ela aparecia.

No dia 24, a pequena contou tudo à Virgem, que somente sorriu. Logo, Maria mandou que rezasse pelos pecadores e exclamou: "Penitência! Penitência! Penitência" Reze pela conversão dos pecadores! Beija a terra pela conversão dos pecadores!". Bernadette fez isso e pediu aos espectadores que fizessem o mesmo.

Em 25 de fevereiro, a Virgem ordenou-lhe beber, lavar os pés na fonte e comer grama. Bernadette, sob direção de Maria, cavou no fundo da gruta e começou a jorrar água.

No dia 26, o primeiro milagre ocorre. O pobre trabalhador Bourriete, que havia mutilado seu olho esquerdo, rezou e esfregou o olho com a água da fonte. Então, ele começou a gritar de alegria e recuperou a vista. Em 27 de fevereiro, a Virgem permaneceu em silêncio, Bernadette bebeu a água da fonte e fez gestos recorrentes de penitência. 

Em 28, Bernadette foi à gruta, mas depois seguiu para os juízes e foi ameaçada de ir para a cadeia. À noite, Catarina Latapie molhou se braço deslocado e o braço e mão recuperaram a sua agilidade, produzindo um segundo milagre.

Na terça-feira, 2 de março, Bernadette foi novamente ao pároco para lhe recordar o pedido da Virgem.

Em 3 de março, a pequena perguntou de novo seu nome e a Virgem sorriu. Naquele dia, uma mãe em desespero levou seu filho que estava quase morto. Colocou-o 15 minutos na água fria e quando chegou em casa notou melhoras na respiração da criança.

No dia seguinte, o menino estava cheio de vida e completamente saudável. Os médicos certificaram o milagre e o chamaram de primeira ordem.

Em 4 der março, no final dos quinze dias, a aparição permaneceu silenciosa. No dia 25 do mesmos mês, a Virgem apareceu a Bernadette, ergueu os olhos ao céu, junto em sinal de oração as mãos que estavam abertas e estendidas em direção ao chão e disse a Bernadette: "Eu sou a Imaculada Conceição".

A menina saiu correndo para dizer ao pároco, que se comoveu diante da revelação do nome já que quatro anos antes tinha sido proclamado o dogma da Imaculada Conceição.

Em 7 de abril, Bernadette na gruta e em êxtase colocou a mão sobre a chama da vela que tinha trazido e não se queimou. Depois da aparição, sua mão estava ilesa e foi comprovado por um médico que testemunhou o ocorrido.

Em 16 de julho, ocorreu a última aparição. Bernadette sentiu o chamado misterioso e ao chegar à gruta se deu conta de que estava cercada e não era possível passar. Dirigiu-se, então, ao outro lado, em frente da gruta, e viu a Mãe de Deus. Me apareceu que estava diante da gruta, na mesma distância que das outras vezes, não via mais do que a Virgem. Jamais a tinha visto tão bela!", disse Santa Bernadette.

Alguns consideram que a aparição de Nossa Senhora de Lourdes é um agradecimento do céu pelo dogma da Imaculada Conceição e é exaltação das virtudes de pobreza e humildade como tinha a pequena Bernadette.

Além disso, afirmam que é um chamado para aceitar a cruz para ser feliz na outra vida, a importância da oração, do Santo Rosário e da penitência com uma misericórdia infinita pelos pecadores e enfermos.

A água da gruta foi analisada por químicos, que assinalaram que é uma água virgem, pura, natural, sem propriedade térmica e na qual nenhuma bactéria sobrevive. Para os cristãos, este é um símbolo da Imaculada conceição. 

História Completa. Clique Aqui

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

SETE COISAS QUE DEVEMOS SABER SOBRE SÃO JOSÉ SÁNCHEZ DEL RIO.


"Joselito", como é conhecido o pequeno que deu testemunho de Cristo, foi torturado e assassinado em 10 de fevereiro de 1928 pelos oficiais do governo de Plutarco Elías Calles porque se recusou a renunciar a sua fé.

A guerra cristera no México começou depois da legislação anticlerical de 1926 promovida por Calles. Os católicos que se levantaram com armas em defesa da fé foram chamados cristeros.

A seguir, confira 7 coisas que dever saber sobre a vida de São José Sánchez del Rio, explicando pelo postulador da causa de canonização, padre Fidel González Fernández, em diálogo com o jornal "El Pueblo Católico'.

1. Ele pediu a Deus a graça de morrer mártir.
Quando a sua família se mudou para Guadalajara, José visitou o túmulo do advogado Anacleto González Flores, martirizado no dia 1º de abril de 1927. Ali, o menino pediu a Deus a graça de poder morrer como Anacleto em defesa da fé católica.

Uma das 27 testemunhas durante o seu processo indicou que o jovem decidiu se unir aos cristeros nessa visita-peregrinação. A sua decisão se tornou mais forte e implorou aos seus pais para que autorizassem que se unisse aos cristeros.

No inicio, eles negaram por causa de sua pouca idade. Ele mesmo chegou a dizer à sua mãe: "nunca foi tão fácil como agora ir para o paraíso". No final, deram-lhe sua permissão e bênção.

2. Deu a vida por um cristero
José serviu ais cristeros (que inicialmente não quiseram aceitá-lo porque era jovem e pelo perigo ao qual estaria exposto) como porta-estandarte da imagem da Virgem de Guadalupe, mas não chegou a participar ativamente nos confrontos armados.

Em 6 de fevereiro de 1928, durante um confronto entre as tropas do governo e os cristeros, atiraram no cavalo do chefe cristero luis Guízar Morfin.

Joselito desceu do seu cavalo e em um "ato heroico" para que o chefe não fosse preso, disse-lhe: "Meu general, peque o meu cavalo para que se salve; você é mais necessário e fará mais falta do que eu nesta guerra".

Então Guízar Morfín conseguiu fugir e o jovem foi capturado junto com o seu amigo Lázaro.

3. O local do seu batismo foi sua prisão.
Depois de ser capturado em 7 de fevereiro de 1928, Joselito foi preso no batistério da igreja de São Tiago Apóstolo, em Sahuayo, que havia sido transformado em um cárcere e cavalaria das tropas do governo. Assim, o local onde ele foi batizado se tornou sua prisão.

4. Defendeu uma igreja transformada em galinheiro
O postulador contou que o tabernáculo e presbitério da igreja onde estava preso foram transformado em um galinheiro, onde treinavam ois galos de briga do governador.

José "reagiu dom força, matando os galos, sem medo da ameaças de morte". Então, disse ao carcereiro: "A casa deDeus é para orar, não para refúgio de animais. Estou disposto a tudo. Fuzile-me para que eu esteja logo diante de Nosso Senhor e peça para confundi-lo!.

5. Viveu a sua fé sem medo do perigo
O presidente Plutarco Elías Calles promulgou várias restrições à Igreja e as pessoas que ousavam desobedecer e professar a sua fé eram enviados para a prisão e executadas.

"Participava das catequeses e estava muito comprometida nas difíceis atividades paroquiais (...) recebia os sacramentos, quando podia, pois o culto público estava proibido, colocando a sua vida em perido; rezava o terço todos os dias com a sua família. Embora ainda fosse muito jovem, José compreendia bem a perseguição que estavam vivendo no México", indicou o postulador.

"A etapa da adolescencia (explicou o sacerdote) tem características especiais muito conhecidas: tempo de buscar um modelo para se identificar e de um ideal que fundamenta a vida. José o encontrou em Cristo e seu maior desejo foi se entregar totalmente em favor da Igreja ofendida".

6. Seu padrinho de primeira comunhão mandou assassiná-lo
Segundo recordou o postulador, o padrinho de primeira comunhão de Joselito foi Rafael Picazo Sánchez.Também tinham parentesco e era amigo da família.

Foi ele quem, influenciado pelo presidente Calles e sesu ódio pela Igreja, mandou assassiná-lo. É considerado "o autor intelectual" do martírio de Joselito.

7. Costaram a sola dos seus pés
No princípio, Rafael Picazo não queria assassiná-lo, assim fez várias propostas tentadoras ao menino a fim de que renunciasse a sua fé. Ofereceram-lhe inscrevê-lo na prestigiosa escola militar do regime e até mesmo enviá-lo aos Estados Unidos. Entretanto, Joselito recusou a proposta.

Então Picazo pedeu à sua família 5 mil pesos de ouro para pagar o seu resgate. Seu pai conseguiu o dinheiro, mas José pediu para que não pagasse o resgate, porque ele já tinha oferecido a sua vida a Deus e "a sua fé não estava à venda".

Duas testemunhas do seu martírio contaram que cotaram a sola dos seus pés e lhe obrigaram a caminhar descalço até o seu túmulo, enquanto batiam nele.

O padre Gonzalez disse que "queriam obrigá-lo a abandonar a fé com a tortura, mas não conseguiram. Seus lávio somente se abriram para gritar 'Viva Cristo Rei! Viva a Virgem de Guadalupe!".

No cemitério, o chefe dos soldados ordenou que o esfaqueassem para que os tiros não fossem ouvidos. A cada facada, José gritava: "Viva Cristo Rei", Viva a Virgem de Guadalupe". Depois, o chefe deu dois tiros na sua cabeça. Eram 23h30 do dia 10 de fevereiro de 1928.

SANTA ESCOLÁSTICA CRIOU UMA TEMPESTADE NO SEU ÚLTIMO ENCONTRO COM SÃO BENTO.

Hoje (10/2) é a festa de santa Escolástica, irmã gêmea de São Bento. Conta-se que a freira criou uma tempestade contra o irmão que fez o santo dizer: "Deus te perdoe, irmã. O que você acabou de fazer?".

Os livros dos diálogos do papa São Gregório Magno contam que Escolástica visitava São Bento uma vez por ano.

Os dois irmãos viviam de forma exemplar as famosas regras religiosas formuladas pelo santo e se reuniam fora do mosteiro, numa região próxima.

Em uma ocasião, a santa foi para o lado de fora do mosteiro e seu irmão saiu para vê-la junto com outros membros de sua comunidade. Naquele dia, eles cantaram louvores, tiveram longas conversas sobre a fé e jantaram felizes.

Como já era noite, Escolástica pediu a Bento que ficasse para continuar falando sobre as maravilhas de Deus até de manhã. O santo repreendeu a irmã, dizendo-lhe que não podia ficar fora do convento.

Então, santa cruzou os braços e começou a rezar a Deus tão profundamente que começou uma tempestade torrencial que parecia um dilúvio. São Bento e seus discípulos não puderam ir embora.

Diante da reclamação do irmão, a santa respondeu: "Eu lhe pedi, e você não quis me ouvir; eu roquei ao meu Deus, Ele ouviu. Agora saia, se puder, despeça-se de mim e volta par ao mosteiro".

O santo não teve outra escolha a não ser ficar e ambos continuaram conversando a noite toda sobre as grandezas do Senhor, sentindo uma alegria espiritual transbordante.

Três dias depois desse acontecimento, santa Escolástica faleceu. são Bento olhou para o céu e viu a alma de sua irmã sair do corpo em forma de pomba e entrar no paraíso.

Ele imediatamente começou a cantar canções de alegria a Deus e pediu a seus discípulos que trouxessem o corpo de sua irmã. O santo a enterrou em um sepulcro que ele havia feito para si. Ele também morreu 40 dias depois.

SANTO DO DIA - 10 DE FEVEREIRO

SÃO JOSÉ SÁNCHEZ DEL RÍO
O menino cristero de morreu mártir

São José Sánchez del Rio foi um menino que se alistou nas fila dos cristeros e que morreu mártir na perseguição religiosa que o México sofreu na segunda década do século XX.

Em 1926, quando foi decretada a suspensão do culto público em seu país pelo governo de Plutarco Elías Calles, José tinha apenas 13 anos e 5 meses.

Naquele tempo, como resposta à legislação anticlerical que estava orientada a restringir a liberdade religiosa, leigos, presbíteros e religiosos católicos decidiram se levantar com armas em defesa da fé e lhes foi dado o nome de Cristeros.

Estima-sse que 250 mil pessoas as perderam a vida na guerra em ambos os lados.

"Joselito", como pe conhecido o pequeno, pediu permissão a seus pais para se alistar como soldado do general Prudencio Mendoza e defender a causa de Cristo e de sua Igreja.

Sua mãe tentou dissuadi-lo, mas ele lhe disse: "Mamãe, nunca foi tão fácil ganhar o céu como agora e não quero perder a oportunidade".

São José Sánchez del Rio foi torturado e assassinado no dia 10 de fevereiro de 1928, aos 14 anos, por oficiais do governo de Calles, porque se negou a renunciar sua fé.

Cortaram-lhe a sola dos pés e foi conduzido descalço até o seu túmulo. Enquanto caminhava, José rezava e gritava "Viva Cristo Rei e a Virgem de Guadalupe".

Diante de seu túmulo, foi pendurado em uma árvore e esfaqueado. Um dos carrascos o desceu e perguntou que mensagem deixava aos seus pais. O menino respondeu: "Que viva Cristo Rei e que nos veremos no céu". Diante dessa resposta, o homem lhe deu um tiro na cabeça e o matou.

São José Sánchez del Rio foi beatificado em Guadalajara (México), em 20 de novembro de 2005, pelo Cardeal José Saraiva Martins, e canonizado em Roma (Itália), pelo papa Francisco, em 16 de outubro de 2016.

HISTÓRIA COMPLETA DO SANTO 

SANTO(A) DO DIA - 10 DE FEVEREIRO.

A virgem irmã de São Bento, padroeira da chuva, protetora contra as tempestades.

Santa Escolástica foi uma religiosa italiana, irmã gêmea de São Bento de Núrsia, que também se consagrou a Deus desde jovem.

Os beneditinos asseguram que, enquanto seu irmão residia em Monte Cassino (Itália), ela se estabeleceu em Plombariola, fundando e governando um convento da mesma regra.

Entretanto, outras fontes dizem que também é provável que tenha vivido em uma ermida com uma ou duas mulheres religiosas na base de monte Cassino, onde há uma antiga igreja que leva o seu nome.

Santa Escolástica nasceu por volta do ano 480, no município italiano de Núrsia, no seio de uma família nobre.

A história mais comum sobre a santa é que costumava rezar e compartilhar sobre a vida espiritual com seu irmão uma vez por ano, quando ia visitá-lo. Mas, como não era permitido entrar no mosteiro, ele saía ao seu encontro.

Sobre sua última visita, são Gregório faz uma notável descrição, na qual a santa, pressentindo que não voltaria a ver ser irmão, pediu-lhe que não partisse naquela noite, mas no dia seguinte, mas São Bento se sentiu incapaz de romper as regras de seu mosteiro.

Então, Santa Escolástica apelou a Deus com uma oração fervorosa, para que intervisse em sua ajuda e, imediatamente, se deu uma forte tempestade que impediu que seu irmão regressasse ao mosteiro.

Os dois santos passaram a noite falando sobre coisas santa e assuntos espirituais. Três dias depois, a santa morreu e seu irmão, que estava envolvido em oração, teve a visão da alma de sua irmã ascendendo ao céu em forma de pomba.

Santa Escolástica é a fundadora do ramo do monarquismo beneditino para mulheres.


Conheça:
Novena
Terço

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

FESTA EM LOUVOR AO DIVINO PAI ETERNO.


PROGRAMAÇÃO DE HOJE 05 DE FEVEREIRO

19:00 Hs.-
 Novena ao Divino Pai Eterno.
19:30 Hs.- Celebração da Santa Missa Presidida pelo Padre EMERSON MOZART.
Animação: Ministério JESUS O SENTIDO DA VIDA
Noiteiros: Comunidades: Santo Expedito (Mutirão); Nossa Senhora Aparecida (St. Pachola); São José (St Serra dos Vaqueiros); Jesus Eucarístico (St. Caiana); Santa Luzia (St. Rosilho); Nossa Senhora das Dores (St. Boqueirão).

SÉRIE SANTOS CASADOS.

A santidade do matrimônio ao longo dos séculos.

SANTA HERMENGARDA e LOTÁRIO I
A história de Santa HERMENGARDA e Lotário I está profundamente entrelaçada com os jogos de poder e a fé do império Carolíngio no século IX. Hermengarda era filha de Hugo, o Condede Tours, e sua união com Lotário I, o filho mais velho de de Luís, o Piedoso, o neto de Carlos Magno, foi selada em 821 com o objtivo de fortalecer as alianças mobiliárias dentro do novo império. Como imperatriz consorte, ela viveu em um período de intensa insatabilidade, marcado pelas constantes guerras civis entre Lotário e seus irmãos pelo controle do território franco. Enquando Lotário dra conhecido por sua personalidade ambiciosa e, muitas vezes conflituosa, buscando afirmar sua autoridade como imperador único, Hermengarda destacou-se pela busca da estabilidade e pela prática de uma caridade fervorosa que visava mitigar os sofrimentos causados pelas guerras de seu marido.

Ela exerceu uma influência moderadora sobre Lotário, frequentemente atuando como mediadora em disputas dinásticas e utilizando sua posição para proteger a Igreja e os necessitados. Em 849, pouco antes de sua morte, Hermengarda fundou a Abadia de Erstein, na Alsácia, local para onde se retirou e dedicou seus últimos dias à oração e ao serviço religioso. Sua morte ocorreu em 15 de outubro de 851, e ela passou a ser venerada como santa devido à sua piedade e à forma como transformou o papel de imperatriz em uma vocação de auxílio espiritual e social. Lotário I, por sua vez, embora tenha passado grande parte da vida em campos de batalha e disputas políticas, acabou seguindo um caminho de arrependimento após a morte da esposa. Sentindo o peso de suas ações e a proximidade do fim, ele abdicou do trono em 855, dividiu suas terras entre seus filhos através do Tratado de Prüm e retirou-se para a Abadia de Prüm, onde vestiu o hábito de monge e faleceu poucos dias depois, buscando na vida monástica a paz que não encontrou no governo do império.

SANTA DO DIA - 05 DE FEVEREIRO.

SANTA ÁGUEDA
Padroeira das enfermeiras; protetora contra doenças das mamas, vulcões e forças da natureza.
Reflexão
A castidade é um domde Deus: só podemos contistá-la e preservá-la mediante o cuidado e a diligência, evitando tudo que possa ser um incentivo ao pecado.

Santa Águeda nasceu na Sicília, de pais ricos e nobres, uma criança bendita desde o princípio, pois foi prometida aos pais antes de nascer, e na mais tenra infância já consagrada a Deus. Em meio aos perigos e tentações, serviu a Cristo em pureza de corpo e alma, e morreu por amor à castidade. Quinciano, que governava a Sicílicia so o Imperador Décio, ouvira o rumor de sua beleza e riqueza, e criou leis contra os cristãoscomo pretexto para concocá-la de Palermo até a Catânia, onde à época ele se encontrava. "Ó, meu, Jesus Criador!", clamou a santa, enquanto partia nesse terrível jornada, "tudo que sou pertence a Ti: presereva-me contra aquele tirano, que te peço".

E Nosso Senhor de fato preservou aquela que se Lhe havia entregue plenamente, mantendo-a pura e imaculada enquanto permaneceu presa por um mês inteiro, sob tutela de uma mulher muito má. Diante da possibilidade de, em troca de sua vida e segurança, consentir com o pecado, Deus conferiu-lhe forças para responder: "Cristo, e apenas Cristo, é minha vida e minha salvação". Quando Quinciano passou da paixão à crueldade e decepois seus seios, Nosso Senhor enviou o Príncipe dos Apóstolos para curá-la. E quando, após ser rolada nua sobre cacos pontiagudos, ela implorou pelo fim daqueles tormentos, o Esposo ouviu sua prece e levou-a para junto de Si.

Santa Águeda se entregou sem reservas a Jesus Cristo; conformou-se a Ele em pureza virginal e O buscou como proteção. E, até os dias de hojes, Cristo segue dando mostras deseu amoroso carinho inclusive para com o corpo de Santa Águeda. Repetidas vezes, durante cadaerupção do Monte Etna, o pvoo de Catânia expôs seu véu para veneração pública e encontrou nele segurança; e, em tempos modernos, ao abrirem o túmulo no qual descansa seu corpo a aguardar pela ressurreição, depararam com sua pela ainda intacta, sentindo a fragrância que emanava desse tempo do Espírito Santo.

HISTÓRIA COMPLETA.

    

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

SANTO DO DIA - 04 DE FEVEREIRO

SÃO JOÃO DE BRITO
Padroeiro dos Missionários e dos jovens que buscam a sua vocação

São João de Brito nasceu em Lisboa, em 1647, no seio de uma família da alta nobreza ligada à corte portuguesa. Apesar do futuro promissor na administração do reino, decidiu ingressar na Companhia de Jesus aos quinze anos, movido pelo desejo de seguir os passos de Francisco Xavier nas missões do Oriente. Após completar seus estudos em Évora e Coimbra, partiu para a Índia em 1673, estabelecendo-se na região de Madurai, no sul do subcontinente.

Ao chegar, compreendeu que o sistema de castas e as profundas tradições religiosas locais exigiam uma abordagem de evangelização diferente da europeia. João de Brito adotou então o estilo de vida de um "Pandaraswami", um asceta ou mestre religioso itinerante. Ele passou a vestir-se com túnicas açafrão, deixou crescer a barba, absteve-se de carne e vinho, e passou a caminhar descalço, respeitando os costumes e a dieta dos indianos para facilitar o diálogo com a população. Essa estratégia de aculturação permitiu que ele batizasse milhares de pessoas, ganhando o respeito de diversas camadas sociais.

Sua atuação, no entanto, gerou forte oposição entre os líderes religiosos tradicionais e autoridades políticas locais, que viam na conversão ao cristianismo uma ameaça à ordem social estabelecida. Em 1686, foi preso e torturado pela primeira vez, mas acabou sendo libertado e retornou brevemente a Portugal, onde foi recebido como herói. Mesmo sob pressão do Rei D. Pedro II para que permanecesse no país como tutor de seus filhos, João insistiu em retornar à sua missão na Índia em 1690.

O conflito final ocorreu quando ele converteu um príncipe local chamado Teriadeven. Como parte da conversão, o príncipe decidiu cumprir os preceitos cristãos e manter apenas sua primeira esposa, repudiando as demais. Uma das mulheres abandonadas era sobrinha do Setupati de Marava, o governante da região. Sentindo-se insultado, o governante ordenou a prisão do missionário. João de Brito foi levado para Oriur, onde sofreu diversas humilhações e torturas antes de ser decapitado em 4 de fevereiro de 1693. Ele foi canonizado em 1947 pelo Papa Pio XII, sendo lembrado como o "Xavier Português". 

HISTÓRIA COMPLETA