quinta-feira, 13 de fevereiro de 2025

SÉRIE: SANTOS CASADOS.

A santidade do matrimônio ao longo dos séculos.

SÃO PAULINO DE NOLA E TEREZA.
São Paulino de Nola.

Paulino de Nola é uma figura interessante da era patrística, não apenas pelas cinquenta e uma cartas e trinta e um poemas (Carmina) de sua autoria que estão preservados, mas também porque viveu o matrimônio (um matrimônio muito feliz) e teve um filho.

Por volta de 353 a 355, mesma época em que nasceu Santo Agostinho no norte de África, Paulino nasceu nas cercanias Bordeaux, oeste da França, filho de um oficial do alto escalão romano. Sua família pertencia à nobreza romana e era dona de férteis propriedades na região ocidental do império: sudoeste da Itália, Gália e Espanha. Recebeu uma ótima educação, especialmente do retórico Ausônio, com quem manteve laços duradouros de genuína amizade. Ausônio tornou-se tutor de Graziano, filho do Imperador Valentiniano, em Tréveris, e obteve para seu antigo pupilo Paulino, que estava encaminhado ao serviço público, o posto de cônsul e legislador, enquanto ele era ainda muito jovem, além da nomeação como vice-regente da província imperial de Campânia (sudoeste da Itália), com apenas vinte e seis anos de idade.

Talvez devido à vitória dos godos em Adrianópolis (378) e do iminente colapso do império, Paulino logo desistiu de seu posto no governo. Em 385, casou-se com uma jovem descendente de espanhóis, Teresa, e retornou com ela para suas propriedades nas cercanias de Bordeaux.

Mesmo sendo filho de pais cristãos, Paulino adiou o seu batismo até atingir a idade adulta. Quando a isso, seguia o costume da época - outros grandes santos como Ambrósio, Agostinho, Gregório de Nazianzo, etc., fizeram da mesma maneira. No entanto, é provável que Paulino tenha sido pressionado a receber o batismo por sua devota esposa, que lhe exercia muita influência. Em algum momento anterior ao ano de 389, recebeu o batismo das mãos do bispo Delfino de Bordeaux, e para paulino foi muito mais do que uma mera cerimônia exterior: representou o início de um intenso e íntimo processo de conversão. Ele começou a vender suas enormes propriedades e colocar os ganhos à disposição dos pobres. Ausônio, seu antigo tutor, e talvez muitos outros de sua classe social, não compreendia as mudanças que se sucediam em seu coração. Por outro lado, sua esposa Teresa, identificada com ele, acompanhou cada passo rumo a seu gradual desapego dos prazeres e das coisas passageiras deste mundo, até chegaram a viver uma vida monástica, ascética, "na humildade e na pobreza", como expressão de sua fé cristã.

Com a esposa, mudou-se para a Espanha, onde também tinha propriedades, e ali passou os cinco anos seguintes. O único filho com que foram agraciados, Celso, morreu com apenas oito dias de vida e foi enterrado em Complutum (Alcalá). O amargo sofrimento pela perda precose de um filho tão esperado e recebido com tamanha alegria - o lamento do sofrido pai na Carmen V é comovente - assim como a dor que sentiu ao perder seu irmão, assassinado, reforçaram ainda mais em Paulino e sua esposa a certeza de que deveriam viver o resto de suas vidas em pobreza e renúncia, mas especialmente em união com Deus e praticando a piedade. Paulino rendeu-se aos pedidos do povo de Barcelona e aceitou ser ordenado no dia de Natal, em 394, pelo bispo Lâmpio.

O casal, já em completa abstinência sexual, não permaneceu em Barcelona, Ambos estavam irresistivelmente inclinado à solidão e ao recolhimento. 

Durante a época em que era vice-regente em Campânia, Paulino conhecera e aprendera a valorizar o silêncio e a solidão meditativa em torno do túmulo de seu santo favorito, Félix de Nola, um mártir cristão. Então, mudou-se para aquele lugar com Teresa. Em 395, ocupou uma pequena cela erguida pero do túmulo de São Félix e tentou viver uma vida monástica simples e modesta, em absoluta reclusão, separado por uma pequena distância de Teresa, que iniciou uma vida igualmente ascética nas proximidades. Teresa passou a ser, no sentido mais pleno, a "companheira de fé" de Paulino no caminho da santidade, como descreveu Santo Agostinho na Carta LVIII. Em sua Carta XXVIII, destina ao bispo Sabino de Piacenza, Santo Ambrósio escreveu:

Soube de Paulino, inigualável entre os equitanos em brilho e berço, vendeu todas as posses suas e de sua esposa e adotou práticas de fé, como entregar as propriedades aos pobres para que trocassem por dinheiro (...). Diz-se que escolheu ficar em retiro na cidade de Nola, onde passaria o resto de seus dias longe do alcance do caos do mundo. Sua esposa imitou seu exemplo de dedicação e virtude: ela transferiu suas propriedades à jurisdição de outras pessoas e seguiu o marido. Ali, totalmente satisfeita com seu pedaço de terra, confortou-se com os bens da religião e da caridade. Eles não têm filhos, mas desejam uma posteridade repleta de boas ações.

A partir das duas pequenas celas isoladas em que Paulino e Teresa viveram em renúncia e humildade, perto de onde estava enterrado o Mártir São Félix, aos poucos surgiu - acredita-se - um mosteiro duplo em um prédio com duas alas. Os homens consagrados viviam no primeiro andar de uma ala, enquanto o primeiro andar da outra ala ficara destinado às freiras. Os aposentos no térreo serviam para acolher peregrinos e desabrigados. Contígua à pequena capela em que São Félix estava enterrado, Paulino construiu uma grande igreja decorada com afrescos representando passagens da Bíblia, e esta igreja tornou-se o centro da estrutura do mosteiro. Em certo momento, o local precisou ser ampliado, pois outros casais foram juntar-se a Paulino e Teresa: Túrcio e Avita, com seus filhos já crescidos Eunomia e Asterius, além de Piniano e Melânia, a Jovem, com sua mãe, Albina. Essa carismática casa monástica, formada por cinco casais que se consagraram a Deus e praticaram a abstinência no matrimônio, era - como Paulino retrata em seu poema Carmen XXI - uma harpa mística com dez cordas que soavam em plena consonância para a glória de Deus. Em suas cartas, Paulino descreve a simplicidade de vida no local, quando a alojamentos, alimentação e vestimentas, pois a comunidade pretendia permanecer fiel a dois conceitos centrais; humildade e pobreza. Seu alimento espiritual era a Palavras de Deus nas Sagradas Escrituras.

Na primeira década do século V, os godos chegaram ao sul da Itália e saquearam toda a região. Durante aqueles dias turbulentos, o bispo de Nola faleceu, e nos ano de 409 Paulino foi escolhido para suceder-lhe, sendo consagrado bispo. Pouco se sabe sobre o episcopado de São Paulino. Em 22 de junho de 431, o marido fiel que se tornara bispo faleceu; cerca de vinte anos antes, fora sua igualmente nobre a esposa que partira para sua eterna recompensa em 409. 

HOLBÖCK, Ferdinand. Santos Casados: A santidade no matrimônio ao longo dos séculos. P. 51-54, RS: Minha Biblioteca Católica 2020.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2025

TÍTULOS DE NOSSA SENHORA.

NOSSA SENHORA DAS LÁGRIMAS
Nossa Senhora das Lágrimas teve origem com a aparição da Mãe de Deus a uma freira. No início do século XX, mais especificamente em 1932, na cidade de Campinas, Brasil, a irmã Amália de Jesus Flagelado recebeu a visita da Virgem Maria.

No dia 8 de março de 1930, Irmã Amália de Jesus Flagelado estava rezando de joelhos na capela do convento, quando se sentiu elevada para o Alto. Neste momento, Nossa Senhora aparece vestida com uma túnica violeta, um manto azul e um véu branco. Sorrindo, entrega a Irmã Amália um rosário, chamado "Coroa de Lágrimas", cujas contas brilhavam intensamente.

Nossa Senhora revelou que esse era o Rosário de suas lágrimas prometido por Seu Filho ao Instituto. Desse modo, Ele concederia favores pela invocação das lágrimas. A oração seria uma arma poderosa para a conversão de pecadores, especialmente os possuídos pelo demônio. Além disso, uma graça especial estava reservada para o Instituto de Jesus Crucificado, incluindo a conversão de membros dissidentes. Por fim, Nossa Senhora exortou a Irmã Amália a se armar para a grande batalha e, após essas palavras, desapareceu.

Para ler a História completa. Clique aqui.

PAPA FRANCISCO NÃO CONSEGUE LER O TEXTO DA CATEQUESE DA AUDIÊNCIA GERAL.

O papa Francisco, foi obrigado a dar a um assessor a tarefa de ler a catequese que preparou para a audiência geral de hoje (12/2), devido à sua bronquite.

"Ainda não posso ler por causa da bronquite. Espero que da próxima vez eu possa", disse o papa antes de entregar o texto ao padre Luigi Giroli, da Secretaria de Estado da Santa Sé.

A doença de Francisco, uma inflamação do revestimento dos brônquios, o impede de ler textos em voz alta desde quarta-feira passada, embora ele não tenha cancelado sua agenda.

Todas as reuniões estão ocorrendo na Casa Santa Marta, residência oficial do papa Francisco no Vaticano, para evitar viagens desnecessárias ao Palácio Apostólico, que o obrigaram a sair de casa, piorando a sua saúde.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2025

ERRATA.

Caros amigos leitores, e internautas.

Na matéria que publicamos hoje (07/02), CELEBRAMOS HOJE, SÃO PIO IX, que faz um resumo da história do 255º o Beato Pio IX, publicamos a imagem do citado papa errada, em vez da foto do Beato Pio IX publicamos erroneamente a foto do Papa Pio X. 

Agradecemos ao nosso leitor JOSÉ HIGOR quem em tempo descobriu, e entrou em contado nos alertando para o erro.

Pedimos desculpas pelo equívoco e reforçamos o nosso compromisso com a precisão da informação e com a transparência junto aos nossos leitores.

veja abaixo as imagens corretas.

BEATO PIO IX

 
 
















PAPA PIO X



CELEBRAMOS HOJE, O BEATO PIO IX,

O PAPA QUE SE DECLAROU PRISIONEIRO.

Hoje (7/2) a Igreja Católica celebra o beato Pio IX, 255º papa da Igreja Católica. Seu pontificado, de 16 de junho de 1846 a 7 de fevereiro de 1878, é considerado o segundo mais longo da história com um total de 31 anos, 7 meses e 22 dias. O papa João Paulo II o beatificou junto com o papa são João XXIII em 3 de setembro de 2000.

Giovanni Maria Battista Pellegrino Isidoro Mastai Ferretti, papa Pio IX, nascem em Senigallia, Itália, em 13 de maio de 1792. Seus pais eram Gerolamo e Caterina Solazzi, que o batizaram no mesmo dia em que nasceu.

Em 1809 viajou para Roma a fim de continuar os estudos que iniciara em sua cidade natal. Mesmo sem ter uma orientação clara para o sacerdócio, vivia de forma exemplar, como o demonstram alguns propósitos feitos em 1810 após um retiro espiritual: lutar contra o pecado, evitar qualquer ocasião perigoso, estudar "não por ambição de conhecimento", mas para o bem dos outros, o abandono de si nas mãos de Deus.

Ele interrompeu seus estudos em 1812 devido a uma doença e foi exonerado do serviço militar. Em 1815, tentou ingressar na Guarda Pontifícia, mas também teve que desistir devido a problemas de saúde. Giovanni Maria sofria de epilepsia desde muito jovem, doença que foi diminuindo com o passar dos anos até desaparecer completamente, acredita-se, graças à intercessão de Nossa Senhora de Loreto.

Ele recebeu as ordens menores em 1817, o subdiaconato em 1818 e o diaconato em 1819. Nesse mesmo ano foi ordenado sacerdote. Celebrou sua primeira missa na Igreja de Santa Ana dos Carpinteiros, do Instituto Tata Giavanni, do qual foi nomeado reitor, cargo que ocupou até 1823.

O padre Giovanni Maria já dava claros indícios da sua personalidade: um homem de oração constante, consagrado ao ministério da Palavra e do sacramento da Reconciliação; sempre perto dos mais humildes e necessitados.

Ele soube conciliar a vida ativa com a contemplativa de maneira admirável. Muito dedicado ao trabalho pastoral e social, mostrava-se também muito recolhido, dada a sua intensa devoção eucarística e a sua piedade à Virgem.

Em 1820 deixou o Instituto Tata Giovanni e empreendeu uma viagem ao Chile, acompanhando o núncio apostólico, do Giovanni Muzzi. Ficou nesse país até 1825.

Voltando a Itália, em 1825, foi eleito diretor do Asilo São Miguel, importante obre eclesial a serviço da comunidade, que foi reformada pro ele de forma eficaz. Aos 36 anos, foi nomeado bispo e enviado à arquidiocese de Spoleto. Esta foi uma fase muito difícil da sua vida dada a sua juventude e a imensa responsabilidade que foi colocada sobre os seus ombros.

Em 1832, dom Giovanni Maria foi transferido para outra diocese, desta vez para Imola, onde continuou o seu estilo de pregador fecundo e persuasivo, pronto para a caridade com todos, pai zeloso dos seus sacerdotes diocesanos, clérigos e seminaristas, promotor de iniciativas em favor da educação dos jovens. Em 1840, com apenas 48 anos, dom Giovanni Maria foi criado cardeal.

Na tarde de 16 de julho de 1846, o cardeal Giovanni Maria foi eleito para e assumiu a Sé de São Pedro com o nome de Pio IX.

Durante o seu pontificado, devido às circunstâncias políticas derivadas da unificação da Itália e da perda dos Estados Pontificios, a sua tarefa tornou-se extremamente difícil. Foram tempos muito difíceis que o papa teve de enfrentar com sabedoria e prudência.

Por isso, o papa Pio IX é reconhecido como um dos maiores pontífices, "Vigário de Cristo" e ao mesmo tempo cumprindo um papel político, assumido para o bem da Igreja de Cristo.

A sua obra doutrinal implicava uma visão programática destinada a enfrentar os principais problemas e ameaças tanto para a Igreja como para a civilização cristã: condenava as sociedades secretas, a maçonaria, o comunismo e o liberalismo.

Dentre as ações ou medidas mais marcantes do papado de Pio IX, pode-se destacar: a restauração da hierarquia católica na Inglaterra, Holanda e Escócia; a definição solene, em 8 de dezembro de 1854, do dogma da Imaculada Conceição; o envio de missionários para as zonas do norte da América e da Europa, para a Índia, Birmânia, China e Japão; a promulgação do Syllabus errorum, na qual alertava para os erros do chamado modernismo; a celebração, com particular solenidade, do XVII centenário do martírio dos apóstolos Pedro e Paulo; a celebração do Concílio Ecumênico Vaticano I, iniciado em 1869 e concluído (por suspensão) em 18 de julho de 1870. Durante esse concílio, foi estabelecido a chamada doutrina da infalibilidade do papa.

Após a queda de Roma em 20 de setembro de 1870 e o fim do poder temporal do papa, Pio IX trancou-se no Vaticano, declarando-se "prisioneiro". Sua posição se tornou um exemplo de dignidade e desapego da ordem temporal por ser um exercício de liberdade religiosa da ordem temporal por ser exercício de liberdade religiosa, firme diante do pode secular.

Em 7 de fevereiro de 1878, com sua piedosa morte, terminou seu pontificado.  

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2025

PAPA REZA PELAS VÍTIMAS DA ESCOLA NA SUÉCIA.


O papa Francisco disse ontem (5/2) estar profundamente triste pelo morte de pelo menos 11 pessoas, vítimas de um atirador em uma escola para adultos em Örebro, Suécia, na terça-feira (4/2).

Em telegrama enviado ontem ao primeiro-ministro da Suécia, Ulf Kristersson, o papa disse que reza por todos os afetados.

O papa Francisco "oferece suas orações pelo repouso das almas dos mortos, pelo consolo de suas família e amigos enlutados, e pela pronta recuperação dos feridos", diz o telegrama. "Neste momento difícil para a nação, sua Santidade invoca sobre o povo sueco os dons de unidade e paz de Deus Todo-Poderoso".

O atirador, cuja identidade não foi revelada pela polícia, é um dos 11 mortos na Escola Risbergska para adultos. A escola dá cursos de treinamento vocacional e aulas de língua sueca para homens e mulheres que não conseguiram concluir o ensino médio.

Segundo as informações vinculadas pela impressa, as autoridades locais ainda não confirmaram o número de feridos e disseram que o número de mortos pode aumentar.

O bispo de Estocolmo, dom Anders cardeal Arborelius, divulgou uma declaração ontem: "Junto com toda a Suécia, nós, católicos, lamentamos as vítimas do incidente violento em Örebro, e rezamos por elas. A violência e os tiroteios só parecem aumentar".

Embora tiroteios na Suécia seja raros, dados policiais mostram que o número de tiroteios no país aumentou. Até o momento, o maior número de tiroteios foi em 2022, quando 391 tiroteios ocorreram, matando 62 pessoas e ferindo outras 107.

A paróquia católica de St. Eskil em Örebo abriu ontem para os que queriam acender velas, assistir à missa ou rezar pela cidade e pelos afetados pelo tiroteio mortal.

Todas as igrejas católicas na Suécia vão rezar por misericórdia por todas as vítimas nas missas de domingo, 9 de fevereiro, segundo dom Arborelius.


CELEBRAMOS HOJE SÃO PAULO MIKI E COMPANHEIROS MÁRTIRES.

A caminho de sua morte, os mártires do Japão entoavam louvores a Deus. Quando chegaram a Nagasaki, foram crucificados e são Paulo Miki pregou: "Declaro-lhes, pois, que o melhor caminho para conseguir a salvação é pertencer à religião cristã, ser católico". Sua festa é celebrada hoje (6/1).

São Paulo Miki, oriundo do Japão, nasceu em 1566 em uma família rica. Recebeu educação com os jesuítas e mais tarde ingressou na Companhia de Jesus. Sendo Sacerdote, tornou-se um grande pregador.

Nessa época, a perseguição contra os cristãos e os missionários se recrudesceu. Em vez de fugir, seguiam ajudando os cristãos. Padre Paulo Miki foi preso junto a outros cristãos.

Os perseguidores cortaram a orelha esquerda dos 26 prisioneiros e depois, ensanguentados, fizeram-nos caminha de povoado em povoado em pleno inverno com a finalidade de atemorizar os que pretendiam se tornar católicos.

Em Nagasaki, os leigos do grupo puderam se confessar com os sacerdotes e, em seguida, todos foram crucificados. Foram atados com cordas e cadeados nas pernas e braços. Além disso, sujeitaram-se ao madeiro com uma argola de ferro ao pescoço.

Algumas testemunhas de seu martírio relataram que, "uma vez crucificados, era admirável ver o ardor e a paciência de todos. Os sacerdotes animavam os outro a sofrer tudo por amos a Jesus Cristo e a salvação das almas". 

Os mártires, que eram jesuítas, franciscanos e leigos (adultos, jovens e meninos), nesse momento cantavam, rezavam e invocavam Jesus, Maria e José. Também aconselhavam os presentes a se manterem fiéis à santa religião sempre.

"Meu Senhor Jesus Cristo me ensinou com suas palavras e seus bons exemplos a perdoar os que nos ofenderam, eu declaro que perdoo o chefe da nação que deu a ordem de nos crucificar e todos os que contribuíram com o nosso martírio, e lhes recomendo que se façam instruir em nossa santa religião e se façam batizar". disse São Paulo Miki. 

Depois, olhando seus companheiros, são Paulo os dava ânimo. Nos rostos dos mártires se via uma grande alegria por dar sua vida por Deus.

Finalmente, os carrascos tiraram suas armas e transpassaram duas vezes com suas lanças cada um dos crucificados. Morreram em 5 de fevereiro de 1597. 

terça-feira, 4 de fevereiro de 2025

FESTA EM LOUVOR AO DIVINO PAI ETERNO.

A Comunidade do Cruzeiro Matriz de Santo Isidro Ibirajuba-PE, divulgou a programação da festa em Louvor ao Divino Pai Eterno deste ano.

Tema da festa: "Neste ano jubilar dos peregrinos da esperança, somos convidados a viver o amor do Divino Pai Eterno". 

CONVITE
Nós que fazemos a comunidade do Cruzeiro, paróquia de Santo Isidro Ibirajuba-PE, temos a honra de convidar a todos(as) para a festa em Louvor ao DIVINO PAI ETERNO, que este ano será realizada de 20 a 23 de fevereiro. Venha e traga sua família, convide sua comunidade para juntos louvarmos ao DIVINO PAI ETERNO.

PROGRAMAÇÃO
Quinta-feira 20 de Fevereiro
18:30 Hs- Novena em louvor a Divino Pai Eterno
19:00 Hs- Celebração da Santa Missa presidida pelo PADRE PEDRO DAS ROMÁRIAS
Animação: Ministério JESUS O SENTIDO DA VIDA.
Noiteiros: Comunidades: Santo Expedito (Mutirão); São José (St. Serra dos Vaqueiros); Jesus Eucarístico (St. Caiana); São Miguel Arcanjo (St. Mandioca); Santa Luzia (St. Rosilho); Pastoral Familiar e Pastoral da Acolhida.

Sexta-feira 21 de Fevereiro
18:30 Hs- Novena em louvor a Divino Pai Eterno
19:00 Hs- Celebração da Santa Missa presidida pelo PADRE ANTÔNIO MÁRCIO, pároco da matriz de Santa Gravatá-PE.
Animação: Ministério FILHOS DO PAI ETERNO.
Noiteiros: Comunidades: São Lázaro (St. Lagoa Cercada); Nossa Senhora da Conceição (St. Gavião); Nossa Senhora Aparecida (St. Pachola); Divino Pai Eterno (St. Sete Voltas); Nossa Senhora das Graças (St. Carnijó) e Apostolado da Oração; Terço dos homens e das mulheres e MCC.

Sábado 22 de Fevereiro
18:30 Hs- Novena em louvor a Divino Pai Eterno
19:00 Hs- Celebração da Santa Missa presidida pelo PADRE FERNANDO, vigário paroquial de Agrestina-PE.
Animação: Ministério UNIDOS EM CRISTO.
Noiteiros: Comunidades: São Francisco de Assis (Alto); Nossa Senhora das Dores (St. Boqueirão); São Sebastião (St. Cajá); Santo Antônio (St. Cajá); São Francisco das Chagas (St. Minduri). 

Domingo 23 de Fevereiro
15:30 Hs- Concentração na comunidade do cruzeiro.
16:30 Hs- Procissão com imagem do Divino Pai Eterno percorrendo as principais ruas da cidade, em seguida celebração eucarística presidida pelo PADRE JOSÉ ADEILDO pároco da Matriz de Santo Isidro. 
Animação: Ministério SANTA CECÍLIA, da cidade de Panelas-PE.
Noiteiros: Todos os filho e filha do DIVINO PAI ETERNO.

PAPA FRANCISCO ANUNCIA QUE VAI ESCREVER UM DOCUMENTO SOBRE AS CRIANÇAS.


O papa Francisco anunciou ontem (3/1) que pretende escrever um documento sobre crianças.

O anúncio foi feito na conferência "Ame-os e Proteja-os", com líderes dos setores público e privado do mundo, que ontem e hoje discutiu o direito das crianças a recursos, à educação, à alimentação, à assistência médica, à família, ao tempo livre a viver livre da violência.

"Para dar continuidade a esse compromisso e promovê-lo em toda a Igreja, pretendo preparar uma carta, uma exortação dedicada às crianças", disse ontem o papa na Sala Clementina, no Vaticano.

Francisco participou da maior parte do primeiro dia da conferência, na qual fez um discurso de abertura sobra a importância de proteger crianças marginalizadas da sociedade, incluindo as que vivem em zonas de guerra, menores desacompanhados e os nascituros.

"Os salões do Palácio Apostólico tornaram-se hoje um observatório aberto sobre a realidade da infância em todo o mundo, uma infância que infelizmente é muitas vezes ferida, explorada, negada", disse o papa Francisco em seu discurso de encerramento do primeiro dia da cúpula.

"A sua presença, a sua experiência e a sua compaixão derem origem a um observatório e, sobretudo, a um laboratório", disse também o papa.

"Em diferentes grupos temáticos vocês elaboraram propostas para a proteção dos direitos das crianças, considerando-as não como números, mas como rostos. Tudo isso dá glória a Deus, e a ele confiamos, para que seu Espírito Santo torne isso fecundo e fértil".

"As crianças olham para nós, as crianças olham para nós para ver como levamos a vida adiante" disse também Francisco.

Os palestrantes da conferência de dois dias incluem a rainha Rania Al Abdullah da Jordânia, Al Gore, ex-vice presidente dos EUA; Gianni Infantino, presidente da FIFA; Thomas Bach, presidente do Comitê Olímpico Internacional; Mario Draghi, ex-primeiro-ministro da Itália e Edith Bruck, autora e sobrevivente do Holocausto.
Reportagem: HANNAH BROCKHAUS. 

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2025

CELEBRAMOS HOJE SÃO BRÁS.

PADROEIRO DAS ENFERMIDADES DA GARGANTA E DOS LARINGOLOGISTAS

SÃO BRÁS, médico e bispo do Sebaspe, Armênia, era conhecido por obter curas milagrosas com sua intercessão. Certo dia, salvou um menino que estava sufocando por um espinho de peixe agarrado na garganta. Foi daí que surgiu o costume de abençoar as gargantas no dia de sua festa que é celebrado em 3 de fevereiro.

São Brás nasceu no seio de uma família pomposa de pais nobres. Recebeu educação cristã e se consagrou como bispo quando era ainda muito jovem. Com a perseguição aos cristãos, por inspiração divina, retirou-se a uma cova nas montanhas, frequentada por feras selvagens, às quais o santo atendia e curava quando estavam doentes.

Quando alguns caçadores foram procurar animais para os jogos da areia no bosque do Argeus, encontraram muitos deles que estavam esperando fora da cova onde estava São Brás.

O Santo justo se encontrava orando e foi tomado prisioneiro. Calpúrnio Agrícola, governador da Capadócia, buscou fazer com que São Brás renegasse a fé, mas não conseguiu. O tempo na prisão serviu ao santo para interceder a Deus e obter curas para alguns detentos.

Ele sofreu muitas ameaças e flagelos para que renunciassem a fé, mas, por amor a Cristo e à Igreja, renunciou à própria vida e foi decapitado no ano de 316.

São Brás foi um pastor muito querido pelos fiéis. Durante o seu cativeiro, na escuridão do calabouço, obteve de presente de algum de seus amigos um par de velas, com as quais recebia luz e calor. Por isso, na representação iconográfica, o santo aparece portando duas velas.