sábado, 28 de fevereiro de 2026

APARIÇÕES DE NOSSA SENHORA - NOSSA SENHORA DE LOURDES.

DÉCIMA PRIMEIRA APARIÇÃO
28 de fevereiro de 1858.
- Há 168 anos
Caía uma chuva fina e constante, e fazia um frio terrível, enquanto cerca de 1200 pessoa se encontravam na Gruta desde o amanhecer.
Bernadette chegou às 7 horas.
Pôs-se de joelhos, rezou o terço e beijou a terra, enquanto um potente sopro pareceu passar sobre os presentes.
Todos ou quase todos os espectadores se ajoelharam, rezaram e beijaram o chão com Bernadette.

MEDITAÇÃO PARA A QUARESMA.

SÁBADO DA 1ª SEMANA DA QUARESMA.

 A CARIDADE DE DEUS NA PAIXÃO DE CRISTO.

"Mas Deus manifesta a sua caridade para conosco, porque, quando ainda éramos pecadores, no tempo oportuno, morreu Cristo por nós." (Romanos 5,8).

1. Cristo morreu pelos ímpios. E isto é grande, se considerarmos quem é aquele que morreu; também é grande, se considerarmos por quem foi que Cristo morreu. Ora "é difícil haver quem morra por um justo" (Rm 5,7), ou seja, é difícil encontrar quem morra para salvar um homem justo; e até, como diz Isaías: "o justo parece, e não há quem considere sobre isto no seu coração" (57,1). E por isso, "é difícil haver quem morra por um justo". Pois se alguém, isto é, alguma rara exceção, ousar, pelo zelo da virtude, morrer por um bom homem, será coisa realmente rara; e isso, por ser um feito muito elevado, como diz São João (15,13): "Ninguém tem maior amor que o daquele que dá a vida por seus amigos". Porém, morrer por homens ímpios e mais, é algo que jamais ocorre. E por isso devemos, com razão, nos admirar, pois foi isto que Cristo fez.

2. Se procurarmos saber porque Cristo morreu pelos ímpios, a resposta é que, por sua morte, Deus manifestou sua caridade para conosco, ou seja, sua morte mostra que Ele nos ama infinitamente, porque, "quando ainda éramos pecadores", Cristo morreu por nós.

E a mesma morte de Cristo mostra a caridade de Deus para conosco, pois entregou seu próprio Filho para que, morrendo, safisfizesse por nós. "Porque Deus amou de tal modo o mundo, que lhe deu seu Filho Unigênito". (Jo 3,16).

E, desse modo, assim como a caridade de Deus Pai para conosco se demonstra por ter nos dado o seu Espírito, assim também se demonstra por ter nos dado o seu Filho.

Quando São Paulo diz que Deus "manifesta a sua caridade para conosco", assinala a imensidade do amor divino, pelo fato de ter entregue seu Filho para morrer por nós; e, em seguida, por nossa condição; pois Deus não o fez por causa de nossos méritos, mas "quando ainda éramos pecadores", como diz São Paulo na Epístola aos Efésios (2,4): "Mas Deus, que é rico em misericórdia, pela sua extrema caridade, com que nos amou, estando nós mortos pelos pecados, vivificou-se em Cristo".

3. Nessas coisas, mal se pode crer. Diz a Escritura: "Acontecerá uma coisa em vossos dias, que ninguém acreditará, quando for contada." (Hab 1,5). Pois que Cristo tenha morrido por nós, é algo de surpreender, algo que mal se pode conceber. E é isto o que diz o Apóstolo, "Faço uma obra em vossos dias, uma obra que vós não crereis, se alguém vo-la contar." (At 13,41).

Tamanha é a graça de Deus e seu amor para conosco, que Ele fez por nós mais do que podemos compreender ou conceber. 

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

APARIÇÕES DE NOSSA SENHORA - NOSSA SENHORA DE LOURDES,

DÉCIMA APARIÇÃO DE NOSSA SENHORA DE LOURDES.
27 de fevereiro de 1858.
- Há 168 anos
Uma multidão de mais de 800 pessoas aguardava Bernadette na Gruta por volta das 6:30 h. 
Por 15 minutos Bernadette caminhou de joelhos e beijou o chão várias vezes. Em seguida comandou a multidão por duas vezes, com gestos, para que repetisse aquele ato de penitência. Só na segunda vez os presentes obedeceram.
A partir daquele dia, o chão e a pedra sagrada de Massabielle são cobertos de beijos de pessoas de todos o mundo.

MEDITAÇÃO PARA A QUARESMA;

SEXTA-FEIRA DA 1ª SEMANA DA QUARESMA.,
NA FESTA DA LANÇA E DOS CRAVOS DE NOSSO SENHOR.

"Um dos soldados abriu-lhe o lado com uma lança, e imediatamente saiu sangue e água" (Jo 19,34)

1. - É significativo que a Escritura diga "abriu-lhe", e não "feriu-lhe", pois, este lado, nos foi aberta a porta da vida eterna. 
"Depois disto olhei, e eis que vi uma porta aberta no céu". (Ap 4,1).
É esta a porta que figurava aquela, no lado da arca, por onde entraram os animais que haviam de se salvar no dilúvio.

2. - Mas esta porta é causa da salvação. Por isso, diz a Escritura "imediatamente saiu sangue e água",  e é muito miraculoso que, do corpo de um morto, onde o sangue está coagulando, saia sangue.

Isto ocorreu para mostrar-nos que, pela Paixão de Cristo, conseguimos plena ablução de nossos pecados de nossas máculas.

- De nossos pecados, pelo sangue, que é o preço da nossa redenção, conforme a Escritura "fostes resgatados da vossa vã maneira de viver recebida dos vossos pais a preço de outro ou de prata, mas pelo precioso sangue de Cristo, como dum cordeiro imaculado e sem contaminação". (Zc. 13,1).

E, por isto, estas duas coisas referem-se especialmente aos dois sacramentos: a água ao sacramento do batismo; o sangue, à eucaristia. Ou também, pode-se referir, um e outro, ao casamento da eucaristia, pois na eucaristia mistura-se a água ao vinho; ainda que não seja á agua da substância do sacramento. 

Convém ainda esta figura: assim com do lado de Cristo, que dormia na cruz, saiu sangue e água, pelos quais a Igreja é consagrada, assim, do lado de Adão, que dormia, foi formada a mulher, que prefigurava a própria Igreja.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

SÉRIE SANTOS CASADOS - A SANTIDADE NO MATRIMÔNIO AO LONGO DOS SÉCULOS.

SANTA MATILDE e HENRIQUE I

Figura especialmente nobre entre as esposas dos reis germânicos e imperadores da Idade Média é Santa Matilde, esposa do Rei Henrique I. Ela nasceu por volta de 895 em Engern (Saxônia), filha do conde saxão Teodorico, um bisneto do Conde Viduquindo, e da nobre franco-dinamarquesa REinilda, e recebeu a melhor educação possível no convento de Erfurt, onde sua avó Matilde era abadessa.

No ano de 909 Matilde casou-se com o duque Henrique, o Passarinheiro, que chegou ao terno da Alemanha em 919 e foi coroado como Henrique I. Ela era uma esposa bela inteligente, piedosa, amável e coridosa. Nos mais antigos documentos, Vita Mathildis prior, de 975, e Vita Mathildis posterior, recebeu o título de santa, e foi descrita como mirae sanctitatis femina ("mulher de magnífica santidade").
Sobre o seu casamento, está escrito:

Vivia em paz com o marido; o amor dele era o ara que ela respirava. Nas conversa entre ambos, revelava todos os tesouros de sua alma, todaas as suas ternas qualidades femininas. Ela enchia-lh8e a vida de alegria e beleza, iluminava-lhe o espírito aflito com um temperamento vivaz e acalmava-lhe oa ânimos, que costimavam ser bastante tempestuosos. Nunca interferia nos assuntos reais de seu marido; nunca importunava-lhe com opiniões ou conselhos; mas uma palavra descompromissada e ingênua de sua parte às vezes mostrava-lhe o caminho para sair das confusões e dificuldades. Insistiu em apenas um desejo como rainha: o direito de interceder por clemência e perdão. Matilda exercia esse direito sempre que possível, porém, quando no rigor da justiça o rei não podia ajudá-la, permanecia calma: pois ela safisfizera o impulso de seu coração, enquanto ele poderia agir segundo os ditames do seu.

Do matrimônio de Matilde e Henrique nasceram cinco filhos: 1) Otão, que depois tornou-se o Rei Otão I, o Grande; 2) Gerberga, que se casou com o duque Gilberto de Lotaríngia em 928, e com o Rei Luís IV da França, em 940; 3) Edviges; 4) Henrique, posteriomente Duque da Baviera, e 5) Bruno, posteriormente o santo arcebispo de Colônia. Matilde dedicou-se inteiramente a seus filhos com ternura e carinho, procurando educar suas almas e corações na veradeira reverência a Deus e na bondade para com o próximo. Por vinte e três anos, Matilde pôde desfrutar da felicidade de um matrimônio sem infortúnios, porém, em 936, seu marido faleceu em uma viagem a Memleben, no rio Unstrur, aos sessenta anos de idade. Foi enterrado na Catedral de Quedlimburgo.

A rainha viúva reuniu seus filhos e implorou-lhes fervorosamente que praticassem o temor a Deus e obedecessem aos Mandamentos do Senhor, mas, acima de tudo, que mantivessem a harmonia entre si. Infelizmente, isso não aconteceu, e até certo porto a culpa foi da própria Matilde: ela sempre demonstrou um amor maior por Henrique, seu segundo filho, e isso despertava a inveja dos irmãos. Mesmo agora desejava que seu predileto se tornasse o sucessor do trono, após a morte do marido. No entanto, os maiores líderes do império escolheram o mais velho, Otão, como rei (obedecendo também ao desejo de seu pai) e o conduziram à coração. Henrique liderou um levante armado contra seu irmão, e oRei Otão I só conseguiu subjugá-lo após longas batalhas. A rainha-mãe Matilde obrigou-se a uma severa penitência por favorecer Henrique, e só depois de muitas orações e lágrimas conseguiu reconciliar os irmãos rivais. 

Não muito tempo depois, um novo sofrimento se abateu sobre a santa. Desta vez os dois irmãos, Otão e Henrique, voltaram-se contra a mãe, acusando-a de desperdiçar suas posses com indivíduos que não as mereciam. Matilde foi forçada a abandonar a corte e recolheu-se em uma convento. Apenas o infortúnio pessoa e outras experiências dolorosas fizeram os filhos perceberam que haviam sido injustos com a mãe. Realizaram um pedido público de desculpas, e Matilde foi recebida de volta na corte. Dali em diante, novamente dedicou-se sem restrições às obras de caridade e piedade.

Em 14 de março de 968, Matilde faleceu após revigorar-se com os últimos sacramentos trazidos por seu neto, o arcebispo Guilherme, de Mainz. Seu último local de descanso foi a Catedral de Quedlinburg, ao lado do marido, o Rei Henrique I.

Por meio de seus filhos e netos, Matilde tornou-se a ancestral de várias casas reais: os descendentes imperiais de Otão, segundo a linhagem masculina, e os francos sálios, os Hohenstaufens e os capetianos franceses, segundo a linhagem feminina. Ainda mais notável é o fato de Matilde estar cercada de santos entre seus parentes mais próximos. Bruno, seu caçula, o arcebispo de Colônia, é reverenciado como santo. Também sua nora Adelaide, esposa de Otão, que em 962 foi coroado Imperador Otão I, em Roma. A esposa de Henrique II, bisneto de Matilde, chamada Cunegundes, sua irmã Gisela e o marido, o Rei Estêvão da Hungria, e o filho dos dois, Emérico, também são considerados santos.

HOLBÖCK, Ferdinand. Santos Casados: A santidade no matrimônio ao longo dos séculos. P. 84-86, RS: Minha Biblioteca Católica 2020.   

MEDITAÇÕES PARA A QUARESMA.

QUINTA-FEIRA DEPOIS DO I DOMINGO DA QUARESMA:

FOI CONVENIENTE CRISTO SER CRUFICADO ENTRE LADRÕES.

Cristo foi crucificado entre os ladrões, por um razão se considerarmos a intenção dos judeus, e por outra, considerada a ordem de Deus.

Primeiro, Quando à intenção dos judeus, crucificaram aos lados de Cristo dois ladrões, com adverte Crisóstomo, "para que ele participasse da ignomínia deles. Contudo, àqueles ninguém se refere, ao passo que a cruz de Cristo é honrada em toda parte. Os reis, depondo os seus diademas, assumem a cruz: no meio dos diademas, das armas, da mesa sagrada, em toda a parte do mundo a cruz resplandece."

Quanto a ordenação de Deus, Cristo foi crucifica entre ladrões, porque, segundo diz são Jerônimo, "Assim como Cristo foi feito na cruz maldição por nós, assim foi crucificado como criminoso entre criminosos, para a salvação de todos".

Segundo, como diz Leão Papa, "dois ladrões foram crucificados, um ao lado direito e outro ao lado esquerdo de Cristo, a fim de que nesse espetáculo mesmo no patíbulo se espelhasse aquela separação que ele próprio há de fazer quando vier a julgar os homens". E santo Agostinho diz: "Se bem refletires verás, que essa cruz foi um tribunal. O juiz está posto no meio; o que acreditou foi salvo; o outro, que insultou, foi condenado. Por onde se vê o que Cristo fará um dia, dos vivos e dos mortos, colocando aqueles à sua direita e os outros, à esquerda."

Terceiro, segundo São Hilário, porque "os dois ladrões crucificados, um, à direita, o outro à esquerda, mostram que toda a diversidade do gênero humano é chamada a participar do mistério da Paixão de Cristo. Mas como a divisão entre fiéis e infiéis é correspondente aos lados direitos e esquerdo, um dos dois, o colocado à direita, foi salvo pela justificativa da fé."

Quarto, porque, como diz São Beda, "Os ladrões crucificados com o Senhor, simbolizam aqueles que, sob a fé e a confissão de Cristo, sofrem a agonia do martírio, ou vivem sob as regras de uma disciplina mais austera. E os que trabalham para a glória eterna são figurados pelo ladrão da direita; ao passo que os de olhos postos na glória humana imitam os atos do ladrão da esquerda".

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

FESTA DE SÃO JOSÉ

DE 19 A 22 DE MARÇO 
Sítio Serra dos Vaqueiros - Ibirajuba/PE.

CONVITE
Com grande alegria que acomunidade do sítio Serra dos Vaqueiros, convida você para participarem dos 10 ano da festa de São José.
Tema: "São José nos ensina a viver a fidelidade a Deus!.

PROGRAMAÇÃO

Quinta-feira - 19 de março
18:30 Hs- Reza do Terço e procissão da bandeira saíndo da casa de Nego e Elizaine;
19 Hs- Celebração da palavra com o Diácono Josias.
Animação: Sagrada Família
Noiteiros: Nego e Elizaine
Comunidade Noiteiras: MCC, Nossa Senhora da Conceição (St. Gavião), Nossa Senhora das Graças (St. Carnijó), Divino Pai Eterno (St. Sete Voltas) e Sagrada Família (Cachoeirinha).

Sexta-feira - 20 de março
18:30 Hs- Reza do Terço.
19 Hs- Celebração da santa missa presidida pelo Padre Silvano
Animação: Ministério Luz Divina
Noiteiros: Mendonça e Família
Comunidade Noiteiras: Santo Expedito (Mutirão); Nossa Senhora das Dores (St. Boqueirão); São Miguel Arcanjo (St. Mandioca).

Sábado - 21 de março
18:30 Hs- Reza do Terço.
19 Hs- Celebração da santa missa presidida pelo Padre Jerônimo Alves.
Animação: Ministério Reavivados pelo Espírito
Noiteiros: Téo e Zé Guariba
Comunidade Noiteiras: Santa Luzia (St. Rosilho); Jesus Eucarístico (St. Caiana); São Francisco das Chagas (St. Minduri); Mãe Rainha (St. Cantinho); Terço dos homens e das mulheres; Pastoral da Acolhida; Pastoral do Batismo.

Domingo - 22 de março
16:00 Hs- Procissão com imagem do padroeiro SÃO JOSÉ, saindo da casa de Zé Valdo para a igreja, onde será celebrada a Santa Missa presidida pelo padre José Adeildo de Santana.
Animação da procissão: Batalhão 07 e e Carlinhos do Pai Eterno.
Animação da missa: Ministério Unidos em Cristo.
Noiteiros: Zé Valdo, Edjailson, Emerson, Ednaelson, Jucineide e família. José Gomes dos Santos e Sidney (Nei) e Joseane.
Comunidade Noiteiras: São Sebastião e Santo Antônio (St. Cajá); Filhos do Pai Eterno (Comunidade do Cruzeiro); São Francisco de Assis (Vila do Alto); Nossa Senhora Aparecida (St. Pachola) e todos os devotos e devotas de São José.

HÓSTIAS CONSAGRADAS FICAM INTACTAS DEPOIS DE ALAGAMENTO DE CAPELA EM UBÁ.


A capela da Comunidade Santo Antônio, da paróquia São José Operário, em Ubá (MG) ficou completamente alagada por causa dos temporais da madrugada de ontem (24/2). Um detalhe chamou a atenção do fiéis: as hóstias guardadas no sacrário ficaram intactas, mesmo com a água e o barro invadindo o local.

"A água entrou no sacrário, as âmbulas estavam envoltas de barro, mas não entrou nada dentro delas, as hóstias ficaram intactas", disse o padre Edson Ribeiro. "Isso foi algo bem tocante para nós, já que era impossível que as hóstias não fossem atingidas, pois o sacrário estava literalmetne tomado de água".

O padre Edson estava em Cachoeiro do Campo, distrito de Ouro Preto, participando do retiro espiritual do clero da diocese de Leopoldina (MG). Por causa das chuvas, ele e todos os padres de Ubá voltaram na manhã de ontem (24/2) para a cidade para ajudar as pessoas.

A Igreja matriz de São José Operário não foi atingida, pois fica longe do rio Ubá que subiu 7,82 metros de altura. A capela da Comunidade Santo Antônio, que faz parte da paróquia, fica mais perto do rio e ficou completamente alagada. O padre contou que encontrou a capela devastada, a água foi acima do sacrário, os bancos quebraram e muitos objetos ficaram destruídos.

O padre também contou que muitas famílias da região perderam tudo. "No momento estamos focando nas pessoas, é o mais necessário agora", disse o padre. A comunidade decidiu que a reconstrução da cepela ficará para depois, pos "a comunidade é o povo de Deus, isso é o que precisamos cuidar".

O padre Edson pediu ajuda para as famílias que perderam tudo. As doações poder ser feitas pelo pix da paróquia.

INCÊNDIO DESTRÓI ESTÁTUA DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA EM NATAL.


Um incêndio na tarde ontem (24/2) destruiu a estátua de Nossa Senhora de Fátima que estava sendo montada no bairro Pajuçara, Zona Norte de Natal (RN). Só a cabeça e a coroa da imgem, que ainda não tinha sido instaladas, não foram destruídas. Uma pessoa teve queimaduras leves nas mãos.

O corpo de Bombeiros foi acionado e se dirigiu ao local para conter as chamas e a fumaça e atender as vítimas. Segundo o comandante da operação, tenente Marcely Maria, trabalhadores faziam serviços de solda em um lugar com material combustivel, como isopor e fibra, e essa poderia ser a causa do incêncio. Mas, os bombeiros disseram que serão feitas avaliações técnicas para apuração das possíveis causas do incêndio.

Segundo os bombeiros, a ocorrência contou com a atuação de 20 militares e foram usados cerca de 15 mil litros de água para a total extinção das chamas. A estátua ficou completamente destruída, danificando inclusive o eixo metálico que serve de encaixe para as peças.

A imagem de Nossa Senhora de Fátima, de 35 metros de altura sobre uma base de 8 metros, foi feita pelo escultor Ranilson Viana, o mesmo que construiu a imagem de Nossa Senhor de Fátimas inaugurada em novembro no Crato (CE).

A arquidiocese de Natal publicou uma nota de solidariedade por causa do incêndio, assinada pelo arcebispo dom João Santos Cardoso.

Ele expressou solidariedade à paróquia de Nossa Senhora de Fátima, território no qual o monumento está sendo erguido, e aos fiéis católicos que acompanham a execução da obra.

"Sabemos quão grande é a expectativa em torno deste monumento que traduz fé e o fortalecimento da devoção mariana".

Também se solidarizou com o "artista, responsável pela obra", e os "trabalhadores que se encontravam no local no momento do ocorrido".

"Neste momento de constentação, elevamos nossas orações ao Senhor, por intercessão de Nossa Senhora de Fátima, para que inspire forças renovadas para a continuidade dessa obra. Confiamos que, com determinação e espírito de comunhão, a Prefeitura de Natal e os demais envolvidos no projeto, possam reconstruir a estátua, preservando o significado de espiritualidade que ela representa para muitas pessoas", concluiu a nota. 

APARIÇÕES DE NOSSA SENHORA - NOSSA SENHORA DE LOURDES

NONA APARIÇÃO DE NOSSA SENHORA DE LOURDES.
25 de fevereiro de 1858.
- Há 168 anos

A afluência de público atingiu aproximadamente 350 pessoas. Bernadette obedecia em êxtase às ordens da nobre Senhora, subindo até a gruta e beijando a terra com uma agilidade surpreendente.

Eis o que narrou Santa Bernadette:
"A Senhora me disse que eu deveria beber da fonte e lavar-me nela. Mas, como não a via, fui beber no Gave. Ela me disse que não era ali, e me fez um sinal com o dedo para ir à gruta, mostrando-me a fonte. Eu fui, mas só vim um pouco de água suja".

Nossa Senhora ordenou também a Bernadette comer grama da gruta. 
"Ela me disse para comer da erva que se encontra no mesmo local onde eu fui beber. Foi só uma vez, ignoro por quê".

Uma vez interrogada, ela respondeu: "A Senhora me levou a fazê-lo, com um movimento interior".

Nossa Senhora pediu-lhe que se lavasse com aquela água: "Ide a beber da fonte, e lavai-vos ali". Seu rosto ficou então sujo. A multidão não compreendia o que se passava, e começou a achar que a vidente estava louca.

A cena, uma das mais transcendentais na história de Lourdes, num primeiro momento desiludiu a todos.

HISTÓRIA DE NOSSA SENHORA DE LOURDE COMPLETA.
https://www.peregrinusfidei.com.br/p/nossa-senhora-de-lourdes.html

terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

HÁ EXATOS 818 ANOS, SÃO FRANCISCO DE ASSIS DECIDIU LEVAR UMA VIDA DE POBREZA.

Há exastos 818 anos, são Francisco de Assis tomou a decisão de levar uma vida de pobreza, o que com o tempo causaria a fundação das ordens franciscanas.

Em 24 de fevereiro de 1208, como recorda a Cúria Geral da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, são Francisco, durante uma missa naquela que hoje é a basílica de Santa Maria dos Anjos, em Assis, Itália, "escutou as palavras do Evangelho sobre o envio dos apóstolos e as tomou como uma mensagem enviada pessoalmente a ele".

Tratava-se do capítulo 10 do Evangelho de Mateus, no qual o Senhor envia seus apóstolos e os instrui a não carregar "nem outro, nem prata, nem dinheiro em vossos cintos, nem mochila para a viagem, nem duas túnicas, nem calçados, nem bastão".

São Francisco começou assim "uma vida de extrema pobreza, dedicada aos anúncios itinerantes do Evangelho, especialmente o apelo à penitência".

"Ele vivia do que os habitantes de Assis lhe ofereciam, aos quais começou a pedir indo de porta em porta".

Giovanni Bernardone, node de nascimento de são Francisco, já havia começado sua conversão alguns anos antes.

"Ele não tinha a intenção de fundar nenhuma nova estrutura na Igreja e não estava procurando seguidores ou companheiros. Porém, depois de alguns meses, começaram a chegar a ele, diz o site franciscano.

São Francisco Morreu em 3 de outugro de 1226. Dois anos depois, o papa Gregório IX o proclamou santo.

APARIÇÕES DE NOSSA SENHORA - NOSSA SENHORA DE LOURDES.

OITAVA APARIÇÃO DE NOSSA SENHORA DE LOURDES.
24 de fevereiro de 1858.
- Há 168 anos


Neste dia, a mensagerm da Senhora foi:
"Penitência! Penitência! Penitência! Orem a Deus pelos pacadores".

O delegado Jacomet hostilizou a multidão: "Como é possível que em pleno século XIX haja ainda tantos idiotas"! exclamou.

Os fiéis responderam com cânticos marianos. Contou Jean-Baptiste Estrade, cobrador de impostos em Lourdes, que pouco tempo depois de ter entrado em êxtase, com alguém que recebe uma má notícias, Bernadette deixou cari os braços, e abundantes lágrimas começaram a correr pela sua face.

Ela subiu de joelhos o aclive que precede a cavidade, osculando a cada passo o chão. voltou-se depois em direção à multidão de 300 pessoas.

Com a voz marcada pelos soluços, referiu à multidão o pedido de Nossa Senhora:

"Penitência, penitência, penitência!" "rezai a Deus pela conversão dos pecadores"; além da recomendação de "beijar a terra em penitência pelos pecadores".

"Penitência, penitência, penitência" - lembremos que em Fátima, em 1917, Nossa Senhora faria ainda um derradeiro apelo, em termos ainda mais cogentes e dramáticos.

HISTÓRIA DE NOSSA SENHORA DE LOURDES.
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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

A QUARESMA E O NÚMERO 40 NA BÍBLIA.


40 dias, a duração da Quaresma, é um dos períodos de tempo mais simbolicamente expressivos na Sagrada Escritura.

Não são só os quarenta dias de tentação que Jesus enfrentou no deserto; nem os anos em que os israelitas erraram pelo deserto, ou os dias em que as águas do dilúvio cobriram a terra, segundo o Gênesis. A Antio Testamento é marcado por várias outras quarentenas:

• Moisés ficou na montanha com Deus por quarenta dias e quarenta noites (cf. Exôdo 34, 28);
• Os israelitas exploraram a Terra Prometida por quarenta dias (cf. Número 13,25);
• Golias desafiou os israelitas à luta por quarenta dias (cf. 1Sm 17,16);
• A refeição entregue por um anjo a Elias, sustenta-o por quarenta dias no deserto (cf. 1Rs 19,8);
• Ezequiel carreta "a iniquidade da casa de Judá durante quarentas dias" (Ezequiel 4,6);
• Deus adia a destruição de Nínive por quarenta dias, dando à cidade tempo para se arrepender (cf. Jo 3,4).

O próprio número 40 também aparece em forma de anos. Representa os "descansos" periódicos concedidos à terra de Israel no livro dos Juízes (3,11). É também a duração dos reinados de Saul e Davi (cf. 2Sm 5,4), e o número de anos em que Israel deveria ficar no exílio, de acordo com o profeta Ezequiel. Quarenta é também o número de chicotadas permitido em um castigo (cf. Dt 25,3) e o comprimento do salão principal do primeiro e do segundo templo no Antigo Testamento.

40 é um número de punição e arrependimento, provação e descanso, e, acima de tudo, dependência absoluta de Deus. Sempre que Deus quer fazer algo significativo, Ele o faz em 40 dias (ou anos). Como observa uma enciclopédia bíblica, "o número 40 está associado, praticamente, a cada novo desenvolvimento dos atos poderosos de Deus na história, especialmente no que diz respeito à salvação (do homem)".

Cada umn dos fatos mencionados acima certamente marca uma nova era da história da salvação. O dilúvio do Gênesis obviamente marca a destruição da terra então conhecia e um novo começo para a humanidade. Os quarenta dias no deserto, na montanha e na Terra Prometida, do relato do Êxodo, são claramente o novo começo na história de Israel. Do mesmo modo, a instituição de uma monarquia, com Saul e depois Davi, também marca uma nova era para o antigo Israel.

Mas o simbolismo bíblico do número 40 tem também uma intrigante analogia com o mundo natural: trata-se, afinal de contas, do númeto total de semanas para a gestação de um ser humano.

E a gravidez é de fato, um modelo conveniente para os períodos bíblicos citados acima. Começa com a intensidade do momento da concepção, segue-se um momento marcado tanto pela dor quanto pela alegre expectativa, e então, somente após esse período de espera, dá-se o nascimento de uma nova pessoa.

É muito apropriado, então, que a nova era de salvação para todo o mundo tenha começado com uma gravidez: a de Maria.

Lembre-se que o relato do Êxodo e particularmente semelhante aos altos e baixos de uma gravidez. Começa com a extraordinária travessia do Mar Vermelho, é seguido por uma longa estadia no deserto e conclui-se com o ingresso dramático na Terra Prometida por uma outra travessia milagrosa, o do Rio Jordão.

A travessia do Mar Vermelho é um símbolo do Batismo com o qual já estamos familiarizados. Mas o mesmo se dá com a travessia do Rio Jordão. E vale lembrar: é por meio do Batismo que "nascemos de novo". (É possível ver aqui, na verdade, uma analogia contínua com o parto, já que este começa com o fluxo de água de uma "bolsa se rompendo".) O dilúvio de quarenta dias, aliás, também prefigura o Batismo.

A cada Quaresma, nós levamos para casa essas relações entre perseverança, renovação interior e o batismo em particular; e no final desse período somos chamado a renovar nossas promessas batismais. Assim, nós participamos da experiência do próprio Cristo nos deserto, que começou com seu próprio batismo no Rio Jordão.

No relato do Antigo Testamento, os quarenta dias de peregrinação antecipavam a futura moradia dos israelitas na Terra Prometida. A relação entre os dois é reforçada pelo fato de que a missão dos exploradores da Terra Prometida dura quarenta dias.

Assim também no Novo Testamento: os discípulos são agraciados com um "aperitivo" de quarenta dias de sua futura vida na glória: trata-se do período de tempo em que Jesus permanece na terra após a sua ressurreição.

As Escrituras nos convidam a embarcar em nosso próprio êxoso de quarenta dias. E nos fornecem bastantes modelos para essas jornadas espirituais. Seja para enfrentar nossos próprios dilúvios, sobreviver o deserto ou matar nosos próprios Golias, a Quaresma é o tempo propício para agir e padecer espiritualmente (spiritual action and passiona). Em última análise, nós sabemos: é Jesus que peregrina conosco, que age em nós, e que sofre por nós e conosco.
Padre Paulo Ricardo     

APARIÇÕES DE NOSSA SENHORA - NOSSA SENHORA DE LOURDES.

SÉTIMA APARIÇÃO DE NOSSA SENHORA DE LOURDES.
23 de fevereiro de 1858.
- Há 168 anos
Cercada por 150 pessoas, Bernadette chegou à gruta.
Desta vez, a senhora lhe revelou um segredo, que era "apenas para ela sozinha".

HISTÓRIA DE NOSSA SENHORA DE LOURDES.
https://www.peregrinusfidei.com.br/p/nossa-senhora-de-lourdes.html

SANTO DO DIA - 23 DE FEVEREIRO

SÃO POLICARPO 
Bispo e Mártir
São Policarpo nasceu por volta do ano 70, provavelmente em uma família cristã. Seu nome significa "o que produz muitos frutos" e sua festa é celebrada neste dia 23 de fevereiro.

Esta santo foi discípulo do Apóstolo São João e, mais tarde, se tornou Bispo de Esmirna (Turquia). É considerado um dos bispos mais famosos da Igreja primitiva. Além disso, entre seus discípulos e seguires se encontram vários santos, como Santo Irineu de Lyon e Papias.

Em sua sede em Esmirna, incentivou os fiéis a seguir o Evangelho e não se deixar levara pelas heresias dos pagãos. É o que confirma o seu melhor discípulo, Santo Irineu de Lyon.

Ele ensinou sempre a doutrina que tinha aprendido dos apóstolos. Chegado a Roma sob Aniceto, afastou da heresia de Valentim e Marcião um grande número de pessoas e os devolveu à Igreja de Deus, proclamando que tinha recebido dos apóstolos apenas uma verdade, a mesma que era transmitida pela Igreja".

Em uma certa ocasião, São Policarpo se dirigiu a Roma para dialogar com o Papa Aniceto para ser se poderia concordar em unificar a data da festa da Páscoa entre os cristãos da Ásia e os da Europa. Como ninguém concordou, ambos decidiram conservar seus próprios costumes e permanecer unidos pela caridade.

Também se sabe que São Policarpo saiu para receber e beijar as correntes de Santo Inácio de Antioquia quando este se dirigia ao martírio, e recebeu uma carta sua muito admirada pelos primeiros cristãos.

O dia do martírio de São Policarpo foi 23 de fevereiro de 155. Naquele dia, foi levado diante do procônsul Décio Quadrado, que lhe deu a oportunidade de deixar o cristianismo. No entanto, são Policarpo se negou e preferiu ser queimado vivo.

"Ameaça-me com fogo que dura alguns momentos e depois se apaga. O que eu quero é não ter que ir ao fogo eterno que nunca se apaga", foram as palavras do santo contidas no documento de seu martírio.

Posteriormente, os carrascos receberam a ordem de atravessar o coração dele com uma lança. 

sábado, 21 de fevereiro de 2026

SANTO DO DIA - 21 DE FEVEREIRO


"Esperava confiantemente a alegria que vem depois da tristeza", dizia o beneditino são Pedro Damião, doutor da Igreja.Em uma época difícil, ajudou com seus escritos e legações a reforma eclesiástica e clerical. Damião significa "o que doma seu corpo" e sua festa é celebrada hoje (21/2).

"Que a esperança dessa alegria te reanime, e a caridade acenda em ti o fervor, de tal modo que o teu espírito, santamente inebriado, esqueça os sofrimentos exteriores e anseie com entusiamos pelo que contempla interiormente", dizia são Pedro Damião.

O santo nasceu em 1007, em Ravena (Itália). Perdeu seus pais quando era crinça e ficou sob os cuidados de um irmão que o tratou como escravo. Outro irmãos, arcipreste de Ravena, se compadeceu e se encarregou de sua educação. Sentindo-se como um filho, Pedro adotou de seu imrão o nome Damião.

Desde jovem, são Pedro se acostomou à oração, vigília, jejum, convidada o pobres à sua mesa e lhes servia pessoalmente. Ingressou na vida monástica com os beneditinos da reforma de são Romualdo.

Para dominar suas paixões, colocava cintos com espinhos (cilício) debaixo de sua camisa, açoitava-se e jejuava com pão e água. Mas, seu corpo, por não estar acostumado, ficou debilitado e começou a sofrer de insônia.

Foi assim que compreendeu que esses castigos não deviam ser tão severos e que a melhor penitência é a paciência com as penas que Deus permite que no cheguem. Esta experiência lhe serviu, mais tarde, para acompanhar espiritualmente os outros.

Quando morreu o abade, Pedro assumiu, por obediência, a direção da comunidade. Fundou outras cinco comunidades de eremitas e, em todos os monges, buscava que fomentassem o espírito de retiro, caridade e humildade. Dentre eles, surgiram são Domingos Loricato e são João de Lodi.

Vários papa recorreram a são Pedro por seus conselhos.Em 1057, foi criado cardeal e bispo de Ostia, embora o santo sempre tenha preferido sua vida de eremita. Posteriormente, lhe seria concedido o desejo de voltar para o convento como simples monge, mas com a condição de que poderia ser empregado no serviço da Igreja.

Dedicou-se a enviar cartas a muitos papas e pessoas de alto escalão para que se erradicasse a simonia, que era a compra ou venda do que é espiritual pot bens materiais, incluindo cargos eclesiásticos, sacramentos, sacramentais, relíquias e promessas de oração.

Escreveu o "Livro Gomorriano" (fazendo alusão à cidade de Gomorra, do Antigo Testamento) e falou contra os costumes impuros daquele tempo. Do mesmo modo, escrevia sobre os deveres dos clérigos, montes e recomendava a disciplina mais do que o jejum.

Costumava dizer: É impossível restaurar a disciplima uma vez que esta decai; se nós, por negligência, deixamos cais em desuso as regra, as gerações futuras não poderão volta à observância primitiva. Guardemo-nos de incorrer em semelhante culpa e transmitamos fielmente a nossos sucessores o legado de nossos predecessores". 

Era uma pessoa severa, mas sabia tratar os pecadores com indulgências e bondade quando a prudência e a caridade o requeriam. Em seu tempo livre, costumava fazer colheres de madeira e outros utensílios para não permanecer ocioso.

O papa Alexandre II enviou são Pedro Damião para resolver um problema com o Arcebispo de ravena, que estava exomungado por certas atrocidades cometidas. Lamentavelmente, o santo chegou quando o arcebispo tinha morrido,m mas converteu os cúmpleces, aos quais impôs uma penitência justa.

De volta a Roma, ficou doente com uma febre aguda, em um mosteiro fora de Faenza. Morreu em 22 de fevereiro de 1072. Dante Aliguieri, no canto XXI do Paraíso, coloca são Pedro Damião no céu de Saturno, destinado aos espíritos contemplativos. Foi declarado doutor da Igreja em 1828.

HISTÓRIA COMPLETAS DO SANTO

APARIÇÕES DE NOSSA SENHORA - NOSSA SENHORA DE LOURDES.

SEXTA APARIÇÃO DE NOSSA SENHORA DE LOURDES.
21 de fevereiro de 1858.
- Há 168 anos
Nesse dia, a Senhora apareceu muito cedo.
A notícia a respeito das aparições já tinha começado a se espalhar e cerca de cem outras pessoas estavam presentes em frenta à gruta. Voltando à cidade, Bernadete foi interrogada peleo comissário de polícia Jacomet, que queria que ela lhe contasse o que ela tinha visto.

TURISTA É PRESA POR QUEBRARA ESTÁTUA DE PADRE CÍCERO NO CEARÁ.


Uma turista argentina de 71 anos foi presa por quebra uma imagem do servo de Deus pacre Cícero Romão Batista, na rodoviária do Crato (CE). Ela pagou fiança e foi liberada.

Câmeras de segurança registraram o momento em que a mulher bateu na estátua com uma bolsa. Como a estátua não caiu, ela a empurrou, fazendo com que caísse no chão e se quebrasse.

A Guarda Civil Municipal foi acionada por volta das 13h30. A mulher, cujo nome não foi divulgado, foi levada à Delegacia de Polícia Civil do Crato.

Segundo as informações da Guarda Municiapal, inicialmente, a mulher negou ter praticado o dano. Como não havia sido observada a presença de câmeras de monitoramento no local, ela foi liberada. Ao retornar para a rodoviária, porém foi verificada a presença de câmeras de uma empresa de ônibus.

As imagens gravadas compravaram a autoria do dano à estátua e a mulher foi reconduzida à delegacia, onde foi autuada pelo crime de dano qualificado contra patrimônio público. A mulher pagou fiança e foi liberada para responder ao procedimento em liberdade.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

APARIÇÕES DE NOSSA SENHOR - NOSSA SENHORA DE LOURDES.

QUINTA APARIÇÃO DE NOSSA SENHORA DE LOURDES.
20 de fevereiro de 1858.
- Há 168 anos
A oração jamais revelada.
Nesse dia, a Senhora ensinou a Bernadette uma oração pessoal.
No final da visão, quando a Senhora despareceu ela sentiu uma grande tristeza.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

QUAL O SIGNIFICADO DA QUARESMA?


A Igreja possui uma longa tradição pedagógica e, a cada ano, convida-nos a imitar Nosso Senhor. Como lemos nos Evangelhos, Cristo retirou-se para o deserto, onde viveu quarenta dias de jejum e, ao ser tentado, santificou a nossa Quaresma. Mas o que isso significa, afinal? Qual é o seu sentido concreto na realidade da nossa vida?

De fato, a nossa existência assemelha-se à caminhada do povo de Israel pelo deserto. Depois de sair do Egito, que simboliza o pecado e a escravidão, o povo atravessa o Mar Vermelho, figura das águas do Batismo. Contudo, antes de alcançar a Terra Prometida — imagem do céu ou da santidade — é preciso passar pelos “quarenta anos no deserto”, tempo de purificação. Nesse caminho, os “rebeldes” que existem em nós, como as paixões desordenadas, as más influências e as tentações externas, precisam ser vencidos para que possamos alcançar a renovação interior e a verdadeira liberdade.

Esse itinerário configura, portanto, um verdadeiro deserto, isto é, uma luta exigente. Como afirma o livro de Jó: “A vida do homem na terra é um combate” (Jó 7,1). Assim, a Quaresma nos faz viver a dinâmica de um exercício concentrado, quase como uma escola, que nos ensina de forma intensa aquilo que somos chamados a praticar ao longo de toda a vida.

A Igreja, por assim dizer, oferece-nos todos os anos um “curso intensivo” de quarenta dias para nos ajudar a retomar o essencial da nossa missão: aprender a amar Jesus. No entanto, somos constantemente puxados pelo egoísmo, seja pelas paixões desordenadas, pelo espírito do mundo ou pela ação de Satanás. Essa luta contra o egoísmo é simbolizada pelos quarenta dias de Jesus no deserto, antes de iniciar seu ministério e anunciar o Evangelho. Nesse período, Ele viveu de forma condensada aquilo que o povo de Deus experimentou nos quarenta anos no deserto, marcados por tentações e provações. O simbolismo é belíssimo e, mais ainda, revela uma verdade profunda: ao vencer Satanás no deserto, Jesus conquistava a vitória também para nós.

A vida humana é, portanto, um combate contra o inimigo de nossas almas. E, assim como os soldados se preparam para a guerra, nós também iniciamos todos os anos um exercício espiritual. Por isso, o inimigo procura nos convencer de que a Quaresma não é necessária, insinuando que Deus, sendo o Deus da vida, não deseja sacrifícios, mas apenas aquilo que nos agrada. É preciso resistir a essa tentação e compreender a Quaresma como um autêntico treino de combate espiritual.

Por essa razão, a Igreja, em sua sabedoria, oferece-nos sacramentais, como as cinzas recebidas anualmente na Quarta-feira de Cinzas. Elas simbolizam uma espécie de declaração de guerra aos inimigos da alma e a súplica da graça divina para enfrentá-los. Ao usar com devoção esse sacramental, bem como o crucifixo e a água benta, participamos ativamente dessa batalha espiritual, permitindo que o egoísmo enfraqueça e que a graça de Deus atue cada vez mais em nossas vidas, para que possamos amar e servir melhor a Nosso Senhor.

SÉRIE SANTOS CASADOS,

SANTA LUDMILA e BORIVAR DA BOÊMIA

Nas figuras de Ludmila e Borivar, estamos diante de uma esposa e de um marido pagãos que encontraram juntos seu caminho para a fé, foram batizados em uma única cerimônia por Metódio, o apóstolo dos eslavos, e (ao que parece) viveram uma exemplar vida cristã. Graças a eles, a Boêmia rejeitou o paganismo e se uniu ao Ocidente cristão.

Há uma lenda, certamente com base histórica, que conta a conversão de Santa Ludmila e seu casamento com Borivar de Melník. No condado da linhagem nobre de que Ludmila descendia, foi erguida uma estátua de Baba, deusa pagã do clima, e em determinadas épocas do ano as pessoas se reuniam ali. Certa vez, num desses momento, apareceu o eremita critão Ivan. Numa linguagem inflamada, condenou as adoração de ídolos e louvou a fé católica. Enquanto falava, Ivan foi até a estátua da deusa pagã e as destruiu diante dos olhos de todos. Muda e horrorizada, a multidão aguardava a vingança dos deuses. No entanto, o eremita voltou imperturbável para o bosque de onde saíra. Ludmila, que havia testemunhado tudo ao lado da multidão, ficou profundamente abalada.Pela primeira vez, a fagulha da fé crsitã começou a brilhar em sua alma. Ela seguiu o eremita até o seu abrigo e tornou-se sua pupila. Certo dia, enquanto estava ali, repentidamente notou o duque Borivar, da dinastia Premislida, que estava a caçar. Ele ficou encantado com a beleza de Ludmila e imediatamente a pediu em casamento. Ela exigiu, entretanto, que o duque se convertesse ao cristianismo com ela e seguisse o seu exemplo. Borivar concordou com essa condição, e os dois foram batizados e unidos em matrimônio por Metódio, na igreja de Velehrad. Logo, a maioria dos cidadãos da Boêmias seguiu o exemplo de seu duque, agora cristão, e de sua duquesa, professanto a fé em Cristo.

Diz-se que o casamento do duque e da duquesa foi abençoada com três filhos e três filhas, eo casal (especialmente Ludmila) deu grande importância à educação cristã em seu palácio em Praga, o que se testemunha claramente em seu neto, São Venceslau. Junto com o duque Borivar, Ludmila construiu várias igrejas. Além disso, foi sempre muito generosa com os necessitados e ganhou o honroso título de "Mãe dos pobres". 

Por volta do ano de 894, depois da morte precose do duque Boriva e de seus sucessores, Spytihnev e Vratislau I, a nora de Ludmila. Draomira, assumiu como regente do ducado da Boêmia. Ela ainda era pagã, e por isso o duque instruirá sua esposa a garantir que Venceslau, seu nero mais velho, recebessse uam educação cristã. Mulher virtuosa que era, Ludmila seguiu essa recordação com sucesso. Sua influência despertou no jovem príncipe o início de uma profunda piedade cristã, graças à qual ela mais tarde se tornaria santo. Entretanto, Draomira, que ainda venerava seus antigos ídolos, nutria um ódio maligno pela sogra, devido ao fato de ela ter disseminado o cristianismo naquela região. Draomira conseguiu arrabanhar parte da nobreza à sua causa, tanto que, conforme relata a tradição, dois nobres boêmios dispuseram-se a acuar Ludmila em sua propriedade em Tetin, no dia 15 de setembro de 921, e estrangulá-la com seu próprio véu. O corpo de Ludmila foi enterrado em Tetin, sob as ordens de Vencelau, foi transferida a Praga, à Igreja de São Jorge.

APARIÇÕES DE NOSSA SENHORA - NOSSA SENHORA DE LOURDES.

QUARTA APARIÇÃO DE NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS
19 de fevereiro de 1858
- Há 168 anos

Atendendo ao pedido feito pela Senhora, Bernadette voltou à gruta. 
Nesse dia, inspirada pelo exemplo das pessoas que a tinham acompanhado na véspera, pela primeira vez ela levou uma vela acesa.
E continuou a fazer isso nos dias seguintes.
Isso deu origem à tradição de levar velas e acendê-las em frente à gruta, seguida até hoje pelos peregrinos em Loudes e uma das características marcantes do Santurário.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2026.


Com a Quarta-feira de Cinzas a Igreja inicia o tempo quaresmal. No Brasil a Igreja inicia a Campanha da Fraternidade, uma iniciativa anual que convida os fiéis e reflexão, à conversão e à prática da solidariedade. 

A Campanha da Fraternidade 2026 versará sobre a Moradia e o seu Lema será: "ELE VEIO MORAR ENTRE NÓS" (Jo, 1,14). O tema e o lema condizem muito com a nossa realidade devido à objetividade de toda a população ter uma moradia Digna. É dever próprio do Estado dar as condições complíticas públicas para que as pessoas tenha acesso à moradia e a Igreja colabora nesta missão possibilitando vida nova em Jesus Cristo, porque Ele se encarnou em nossa realidade.

A especificação do Objetivo Geral
A campanha da Fraternidade 2026 (CF) possui como objetivo geral a necessidade de promover tendo como base a Boa-Nova do Reino de Deus e hum espírito de conversão quaresmal, a moradia digna não só como prioridade, mas como direito, em unidade com os demais bens e serviços essenciais a toda a população. A ação da CF é dada na vida da sociedade e também na vida eclesial, possibilitando a evangelização, a Boa-Nova para analtecer o REino de Deus pela vida das pessaso com uma moradia condizente, digna.

A oração da Campanha da Fraternidade 2026
Ela merece uma consideração a ser aprofundada, porque a nossa vida de cristãos e de cristãs tem com base a oração em vista de uam ação caritativa. Ela dirige-se a Deus Pai que enviou o seu Filho, Jesus Cristo porque ele veio morar entre nós, ensinando-nos o valor da dignidade humana. Há um agradecimento a Deus por muitas pessoas e grupos na comunidade e na sociedade que sob o impulso do Espírito Santo estão empenhadas em prol da moradia digna para todas as pessoas. A oração impulsiona a um pedido de terra, teto e trabalho para todas as pessoas para que um dia tenhamos com o a graça da unidade com Deus, habitar na casa do Céu, amém.

O surgimento da Campanha da Fraternidade 2026
O texto-base apresenta um relato no surgimento da Campanha da Fraternidade em 1962. Ela surgiu em Nísia Floresta, Rio Grande do Norte, por iniciativa de Dom Eugênio de Araújo Sales, como Bispo auxiliar de Natal e sendo responsável na época pelo Secretariado Nacional da ação Social, e tendo como colaboradores os sacerdotes Edmundo Nelson Leising, Hilário Pandolfo e Alfred Sheneider. Foi toda uma organização pastoral e comunitária que possibilitou a Campanha da Fraternidade, a adesão de outras dioceses em 1964 havia a primeira Campanha da Fraternidade com a devida coleta em vista da evangelização.

A metodologia do texto-base
Ela segue a metodologia percebida há décadas nos documentos eclesiais a partir do ver a realidade da moradia no Brasil: o iluminar. Ele veio morar entre nós (Jo 1,14); o agir: a construção de casas e nelas habitarão. O fato é que a moradia é uma mercadoria muito importante para as pessoas, porque ninguém vive sem moradia. Pensemos nas milhares de pessoas em situação de rua, onde não tem um lar para viver. A realidade é que uma boa parte da população brasileira não tem renda suficiente para obter um financiamento e logo comprar uma moradia no mercado imobiliário privado e não tendo também políticas públicasd da habitação. Para a superação desta constatação será preciso um bom trabalho comunitário, social, em vista de moradia adequada ou digna para todas as pessoas;

Ele veio morar entre nós (Jo 1,14).

Este é o lema que norteará toda Companha da Fraternidade 2026 e ao longo do ano. Jesus assumiu a realidade humana, igual a nós em tudo menos o pecado. Ele também necessitou de um lar, de uma moradia para crescer como pessoa humana e como Filho de Deus na terra. Desta forma percebemos nós a importãncia de uma moradia para o crescimento humano, relacional entre pessoas, pais, avós, filhos e filhas, parentes para uma boa convivência em vista do crescimento do Reino de Deus aqui, agora e um dia na eternidade.

A fomentação da moradia digna.

A Igreja estimulará a fomentação de construção de moradias dignas para as pessoas mais necessitadas. Esta missão é parte de políticas públicas dos governos, que estão em nossa frente. Um dos objetivos específicos da Campanha da Fraternidade 2026 é justamente o empenho para efetivar leis e viabilizar políticas púplicas de moradia nas esferas sociais e políticas.

O tempo da quaresma convida-nos a conversão pessoal, comunitária, sociel e com Deus. Nós assumamos bem a Quaresma em preparação à Páscoa do Senhor e à Campanha da Fraternidade 2026 possibilitando uma vida conforme o Evangelho do Senhor, de ajuda e amor às pessoas que passam por dificuldades em ter moradia digna.